Da redação do Conectado ao Poder
A ação dos EUA contra a Venezuela gera forte repúdio e preocupação com a escalada das tensões na América Latina.
O ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido no último sábado, 3, resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa. A operação gerou reações intensas de figuras políticas na Rússia, Colômbia e Cuba, que condenaram veementemente a intervenção americana.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia classificou o ataque como “ato de agressão armada” e destacou a importância de evitar uma escalada ainda maior das tensões. Segundo o comunicado, é essencial concentrar esforços no diálogo para resolver a situação.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, expressou sua profunda preocupação com a situação e pediu a convocação imediata da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da ONU após relatos de bombardeios na Venezuela. “Estamos observando com inquietude a atividade aérea incomum na região”, afirmou Petro em suas redes sociais.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, também se manifestou contra o ataque, pedindo uma resposta urgente da comunidade internacional. Em sua postagem, ele declarou que este ato representa um “terrorismo de Estado” contra o povo venezuelano e contra a América Latina como um todo.
Além dos presidentes, o ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, também se posicionou, chamando o ataque de “brutal agressão imperial” que viola a soberania da Venezuela. As reações indicam uma crescente preocupação com a escalada do conflito na região.






