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Segundo turno tem candidaturas progressistas em quatro das sete disputas estaduais de 2026


Da redação

Candidaturas do campo progressista seguem para o segundo turno das eleições em quatro das sete disputas pelo governo estadual: Rio de Janeiro, Amazonas, Distrito Federal e Rio Grande do Norte. Conforme dados apurados, a segunda rodada das votações colocará frente a frente candidatos de orientações políticas distintas nas unidades federativas.

No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) aguardam decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre votos do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que podem alterar o cenário atual. No Amazonas, Omar Aziz (PSD) enfrenta Professora Maria do Carmo (PL); no Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) disputa com Leandro Grass (PT); e, no Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União) enfrenta Cadu de Lula (PT). Nessas disputas, candidaturas alinhadas ao campo progressista enfrentam, majoritariamente, nomes identificados com a direita.

Entre as investigações mencionadas, Ruas é alvo de procedimentos envolvendo contratos públicos. Segundo a checagem da Lupa, declarações do candidato sobre ausência de processos e denúncias são falsas. No Amazonas, Maria do Carmo foi condenada a pagar R$ 5 mil por propaganda eleitoral negativa e questionamentos surgiram após apreensão de material de campanha vinculada a operação policial contra membros de sua equipe. No Distrito Federal, Celina Leão foi absolvida da acusação de corrupção passiva, mas sua chapa enfrenta questionamentos envolvendo contratos advocatícios. No Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra foi envolvido em investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de fraude em contratos de saúde, mas não há condenação judicial.

Além desses estados, há segundo turno em Acre, Espírito Santo e Tocantins. Em Acre, Mailza Assis (PP) disputa com Alan Rick (Republicanos); no Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) enfrenta Ricardo Ferraço (MDB); e em Tocantins, Professora Dorinha (União) enfrenta Vicentinho Júnior (PSDB). No Rio de Janeiro, a definição depende do julgamento sobre os votos de Anthony Garotinho, podendo ainda alterar a configuração atual.