Da redação
O verão de 2026 trouxe uma preocupação séria para o agronegócio e para os consumidores: o desaparecimento em massa de abelhas. O fenômeno, que inicialmente pode parecer restrito ao meio ambiente, tem impactos diretos sobre a produção de alimentos e a economia.
As abelhas desempenham papel fundamental na polinização de diversas culturas, contribuindo para a produtividade agrícola. O declínio desses polinizadores foi apontado como uma ameaça à segurança alimentar, elevando o risco de escassez e aumento dos preços de produtos básicos.
Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a diminuição das abelhas pode comprometer o abastecimento de alimentos, uma vez que grande parte do que se consome depende desse serviço ecossistêmico para ser produzida em escala.
Produtores rurais e especialistas têm levantado alertas sobre as consequências do desaparecimento desse inseto. A inflação nos preços de frutas, hortaliças e outros itens pode atingir diretamente as famílias brasileiras, caso a situação persista nos próximos anos.
O desaparecimento das abelhas durante o verão de 2026 destaca a importância da preservação desses polinizadores para garantir que não faltem alimentos nas mesas das famílias.





