Sem pandemia, Pastor Daniel de Castro afirma que “Brasília vai conhecer a mão de Ibaneis”

Da redação do Conectado ao Poder

O programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, apresentado pelo jornalista Sandro Gianelli, recebeu o ex-administrador de Vicente Pires e deputado distrital eleito (2023-2026), Pastor Daniel de Castro (PP), que afirmou que o próximo governo de Ibaneis (MDB) será muito melhor que o primeiro, já que a pandemia foi uma adversidade. O Conectado ao Poder vai ao ar toda quarta-feira, às 23h, na TV Cultura, canal 5.1.

Daniel de Castro falou sobre a reeleição do emedebista. “Ainda bem que a vitória foi no primeiro turno, porque barateia a campanha, além de ser importante para todo mundo, para o pensamento da cidade. Ele fez um trabalho maravilhoso e mereceu”, disse.

Gianelli ressaltou outro aspecto da conquista em primeiro turno. “Uma vitória primária, até para a composição do governo, fica mais fácil, porque em segundo turno teria que negociar com novos apoios”, comentou.

Daniel aponta que a população vai ver realmente o trabalho de Ibaneis no segundo mandato. “Brasília não conheceu direito o Ibaneis, vai conhecer agora. Ibaneis governou por dois anos em pandemia. Brasília vai conhecer a mão de Ibaneis, que é um homem muito determinado”, afirmou.

“Você acha que nesses próximos quatro anos, então, as entregas do governo Ibaneis vão ser superiores ao que aconteceu?”, interrogou Gianelli.

Daniel de Castro diz que sim, sem dúvida alguma. “Muito mais, sem a menor dúvida. Muito dinheiro foi injetado na saúde para o cuidado de quem estava sofrendo pela pandemia, com vacina, leito de UTI, então eu estou muito confiante de que ele vai direcionar esse segundo mandato em várias áreas, com obras estruturantes extraordinárias, dois hospitais, Vicente Pires mesmo vai ser contemplada com mais UBSs, portanto serão obras importantes”, mencionou.

Com foco na saúde de Vicente Pires, Sandro Gianelli questionou sobre a criação de hospital para a região e Daniel explicou. “Eu discuti isso com o governador e quando nós pensamos na UPA, o meu pensamento depois era fazer um hospital acoplado, com 30 leitos, mas eu estive, recentemente, com a secretária de saúde e ela me demoveu da ideia, para que a gente trabalhasse uma policlínica, que é praticamente um hospital”, esclareceu.