Da redação
Dez sindicatos de servidores públicos federais divulgaram, nesta terça-feira, em Brasília, um manifesto em defesa da democracia e do serviço público. As entidades criticam medidas do presidente argentino Javier Milei e alertam para riscos de reformas administrativas, cortes e restrições a direitos.
Sem citar Lula (PT) nem Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência, o manifesto usa a Argentina como alerta sobre redução do Estado; Flávio é aliado de Milei. As entidades temem precarização de vínculos, demissões em larga escala e restrições à entrada de novos servidores.
Os representantes defendem: “A estabilidade não é privilégio corporativo: constitui uma garantia institucional contra pressões políticas e econômicas e uma condição para que o servidor exerça suas atribuições em defesa do interesse público”. O manifesto também alerta para riscos à negociação coletiva.
O manifesto registra a retomada das negociações e os reajustes no atual governo, mas aponta que não compensaram todas as perdas. Também alerta que cortes podem afetar Bolsa Família, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e Pé-de-Meia, e rejeita desvincular benefícios previdenciários do salário mínimo.




