Da redação
Mais de 50 organizações da sociedade civil iniciaram uma ação coletiva para pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) pela implementação de um código de conduta para seus ministros. A mobilização ocorre em meio à crise enfrentada pela Corte, intensificada pelo caso Banco Master.
A articulação das entidades visa aumentar a transparência e fortalecer a ética no exercício das funções dos magistrados do STF. Para isso, o movimento apoia a proposta apresentada pela seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP).
O caso Banco Master desencadeou questionamentos sobre condutas e eventuais conflitos de interesse envolvendo ministros do Supremo. As organizações argumentam que a definição de regras claras pode contribuir para resgatar a confiança da sociedade na instituição.
Segundo os grupos participantes, a adesão ao código de conduta garantiria mais proteção à integridade do tribunal e estabelecerá parâmetros para o relacionamento dos ministros com a sociedade e com os demais poderes.
A mobilização da sociedade civil busca que o tema passe a ser discutido de forma efetiva pelo STF, a fim de prevenir novas crises institucionais e promover uma atuação mais transparente e ética dos ministros.






