Da redação do Conectado ao Poder

O deputado federal, Professor Paulo Fernando, esteve em destaque no programa Rota Atividade, compartilhando suas perspectivas sobre temas polêmicos que permeiam a sociedade brasileira. Entre os tópicos discutidos estão a educação no Brasil, a legalização das drogas e a posição firme contra uma possível legalização do aborto. O Rota Atividade é de segunda a sexta-feira das 06h às 08h da manhã na Atividade FM (107,1).
Durante a entrevista, o político e educador destacou a desvalorização da profissão de professor como um dos principais desafios para a qualidade da educação no país. Ele enfatizou a percepção de que o baixo índice de aproveitamento dos estudantes é devido a equivocada percepção dos jovens sobre o futuro da carreira docente e o baixo incentivo aos profissionais da educação. “Fale para um garoto que está no ensino médio se ele quer ser professor de física, de química, de história, de geografia? Eles acham que muitas dessas atividades serão profissões extintas no futuro, que tudo vai ser feito por aplicativo, evidentemente sem falar da desvalorização do magistério”, avaliou
A legalização das drogas também foi tema de discussão, com o deputado expressando preocupações sobre os possíveis impactos sociais. Ele questionou a lógica por trás da ideia de descriminalização. O deputado enfatizou as implicações dessa abordagem, mencionando exemplos práticos, como a segurança em atividades profissionais. “Imagina um funcionário na Câmara dos Deputados, no meio do expediente tendo o direito de cheirar cocaína. Você pegaria um avião sabendo que o piloto é usuário de crack? Você faria uma consulta com um dentista sabendo que ele é usuário de heroína? Você contrataria uma babá? Uma empregada doméstica para sua casa, sabendo que ela é usuária de maconha?”.
A postura firme contra o aborto foi um ponto central da entrevista, o deputado alertou para a possibilidade de criar um “sistema único da morte”. Ele expressou sua preocupação com a medicalização da interrupção da gravidez, argumentando que uma possível legalização do crime possibilitaria a disponibilização de um aparato médico, hospitalar de enfermeiros, de insumo para praticar a morte de uma criança inocente. “É triste a nação que pode ter a legalização da matança de inocentes. Então, obviamente, nós somos radicalmente contra não só a questão da legislação das drogas, mas também com a questão do aborto”.




