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Tecnologia e transparência marcam nova fase da educação pública no DF sob gestão de Hélvia Paranaguá

A educação pública no Distrito Federal avança em um profundo processo de transformação. Com uma estrutura que engloba 988 unidades escolares, entre próprias e conveniadas, atendendo aproximadamente 450 mil estudantes e contando com um corpo docente de mais de 40 mil professores, o sistema educacional do DF, se fosse um município, estaria entre os 50 maiores do Brasil em população. Trata-se de uma dimensão comparável à de grandes cidades brasileiras — o que evidencia o grau de complexidade administrativa envolvido. Nesse contexto, a rede superou a dependência de controles manuais e planilhas fragmentadas, promovendo um salto tecnológico que já reflete positivamente na qualidade do serviço prestado à comunidade escolar.

As estratégias do programa EducaDF estão ancoradas no Horizontes Digitais, programa estruturante de inovação da rede pública do DF. É ele que consolida a transformação tecnológica como política pública permanente, integrando infraestrutura, conectividade, plataformas educacionais, formação de professores e inteligência de dados. A proposta é clara: construir uma educação que alia inovação pedagógica, gestão de qualidade e recursos tecnológicos, sempre colocando estudantes, educadores e a comunidade escolar no centro das decisões.

Nesse contexto de transformação, o sistema EducaDF surge como um dos pilares operacionais do Horizontes Digitais, materializando a inovação na rotina da gestão. À frente da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, a secretária Hélvia Paranaguá tem conduzido a transformação digital como eixo estratégico da política educacional. “Não é possível gerenciar uma rede desse tamanho com ferramentas do passado. A tecnologia é o que nos permite planejar melhor, investir com inteligência e chegar onde o aluno mais precisa”, tem destacado.

Segundo a secretária, ajustes pontuais que estão sendo feitos na consolidação do EducaDF fazem parte de qualquer processo de inovação, mas a adaptação tem avançado rapidamente. “Toda grande mudança exige aprendizado. Não são falhas estruturais, mas etapas de adaptação que estão sendo superadas com capacitação e suporte técnico”, reforça.

A consolidação de uma gestão educacional orientada por dados já é realidade. A Secretaria passou a operar com painéis de Business Intelligence, estudos técnicos e análises contínuas sobre matrícula, evasão, rendimento escolar e demanda territorial, inclusive com georreferenciamento para melhor planejamento da rede. Esse trabalho já traz resultados concretos. Um dos principais é o planejamento inteligente de vagas, que permite identificar a demanda real por território e reduzir gargalos históricos — cenário que contribui, por exemplo, para o início do ano letivo com vagas sobrando nas creches do DF.

A política de transparência também foi fortalecida com a sistematização dos gastos das unidades escolares, a publicação de relatórios no Portal de Governança, a ampliação do acesso no Portal de Dados Abertos e a atualização do Plano de Dados Abertos 2025–2026.

“Com planejamento, tecnologia e transparência, estamos reposicionando a educação pública do DF como referência em eficiência administrativa, controle social e inovação pedagógica, colocando a estrutura do Estado a serviço de quem mais importa: os estudantes”, afirmou Hélvia Paranaguá.