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Tim Means, veterano do UFC, é preso acusado de abuso infantil contra filha


Da redação

Tim Means, lutador norte-americano da divisão meio-médio do UFC, foi preso na última quarta-feira, 22 de maio, no Novo México, Estados Unidos. Ele é acusado de abuso infantil após um incidente envolvendo sua filha de 17 anos, conforme boletim policial divulgado pelas autoridades locais.

A denúncia partiu da própria adolescente, que acionou a polícia após uma discussão em casa sobre afazeres domésticos. Segundo o relatório, Means teria se irritado, e a situação evoluiu para supostas agressões físicas. Conforme consta no boletim, o lutador teria dado uma cabeçada na filha e a segurado pelo pescoço.

O documento policial registra sinais visíveis de lesões na adolescente. “Ainda havia marcas vermelhas e sinais visíveis no pescoço, indicando que ela foi estrangulada. Havia sangue no nariz e ao redor dele por conta da cabeçada, além de várias marcas vermelhas no rosto e na bochecha, indicando agressões”, aponta o documento.

Por outro lado, de acordo com informações do portal KOAT, Tim Means admitiu ter discutido com a filha, mas negou a versão apresentada por ela. O atleta afirmou que tentou apenas contê-la fisicamente durante a confusão, alegando que buscava impedir que fosse agredido.

Conhecido pelo apelido “Dirty Bird”, Means tem longa trajetória no UFC, contabilizando 30 apresentações na organização. Sua passagem pelo evento também é marcada por episódios fora do octógono, como a suspensão em 2016, quando testou positivo para uma substância proibida, mas posteriormente foi liberado após comprovação de contaminação por suplemento.

Tim Means está sem lutar desde outubro de 2024, quando foi derrotado por Court McGee. Atualmente, o lutador soma um cartel profissional de 33 vitórias, 17 derrotas e um empate. O caso segue em apuração pelas autoridades do Novo México.