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Tio de Mica Galvão, Enoque, é preso suspeito de crimes sexuais em Manaus

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Da redação

Enoque Galvão, de 44 anos, foi preso nesta terça-feira, em Manaus, suspeito de envolvimento em crimes sexuais contra menores. A detenção ocorre após a prisão de seu irmão Melqui Galvão, pai do atleta Mica Galvão, também investigado por delitos semelhantes, segundo autoridades. Ambos atuam como policiais civis.

A prisão de Enoque foi realizada por agentes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente. Ele foi encaminhado para audiência de custódia após ter sua prisão temporária decretada pela Vara de Garantias Penais e de Inquéritos Policiais do Tribunal de Justiça do Amazonas, que conduz a investigação.

As apurações abrangem crimes como fraude processual, favorecimento real, falso testemunho, importunação sexual, estupro e estupro de vulnerável. Os fatos investigados envolvem possível participação de ambos os irmãos em condutas ilícitas, conforme informado pelas autoridades responsáveis pelo caso.

Paralelamente à investigação de Enoque, Melqui Galvão, de 47 anos, foi preso após se apresentar voluntariamente às autoridades. Segundo informações registradas pela Justiça de São Paulo, sua prisão temporária foi decretada por 30 dias, período em que responderá a diversos delitos sob investigação.

Melqui Galvão é reconhecido como treinador de jiu-jitsu e por seu trabalho à frente de Mica Galvão, considerado destaque na modalidade. De acordo com informações oficiais, ele é investigado por ameaças, estupro de vulnerável, importunação sexual e invasão de dispositivo eletrônico, supostamente relacionados ao ambiente esportivo.

Os desdobramentos das prisões abalam o cenário do jiu-jitsu brasileiro, especialmente em Manaus, onde ambos atuavam profissionalmente na Polícia Civil e eram figuras de destaque no esporte. As investigações seguem em andamento sob responsabilidade da Justiça do Amazonas e da Polícia Civil.