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Victor Hugo revela dificuldade do Flamengo em valorizar jovens da base: “Quase ninguém alcança 100 jogos”

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Da redação

O meia Victor Hugo, atualmente no Atlético-MG, voltou a falar sobre sua saída do Flamengo e questionou o aproveitamento das categorias de base no clube carioca. Apesar de ter conquistado títulos como a Libertadores de 2022 e a Copa do Brasil, além de mais de uma temporada no elenco principal, o jogador afirma ter recebido poucas oportunidades.

Durante entrevista, Victor Hugo afirmou que a falta de sequência motivou sua decisão de deixar o Flamengo. “Acaba que em 2024 as coisas não acontecem. Por isso que eu decido sair para jogar, para viver coisas novas”, disse. Ele ressaltou ainda que o problema não é isolado: “Se a gente parar para pesquisar, quantos jogadores da base do Flamengo conseguem fazer 100 jogos? Se botar nos últimos 15 anos, talvez três”.

Victor Hugo citou o meia Lucas Paquetá como exceção recente, lembrando que ele atingiu a marca de 100 jogos apenas após retornar ao clube. “O Paquetá fez os 100 jogos agora na volta. Então é algo que às vezes as pessoas não têm tanta noção”, afirmou, reforçando a dificuldade dos jovens formados no clube em se manterem no time principal.

O jogador ainda classificou como injusta a forma como perdeu espaço no Flamengo, destacando que teve “pouquíssimos minutos” em 2024. “Eu saio do Flamengo um pouco marcado pelo ano de 2024, onde eu tive pouquíssimos minutos, acho que até um pouco injusto”, declarou, acrescentando que a falta de oportunidades prejudicou sua confiança e desempenho.

No Atlético-MG, Victor Hugo afirma viver um novo momento, com mais espaço e valorização. Ele ressalta que se sente confiante, titular e com liberdade para atuar, fatores que contribuíram para sua afirmação no clube mineiro.