Da redação
A qualidade nutricional do chocolate está relacionada à porcentagem de cacau presente no produto. Chocolates com 70% ou mais de cacau são considerados as melhores escolhas para a saúde, pois apresentam maior concentração de antioxidantes, como flavonoides e catequinas, e menor quantidade de açúcar e gorduras adicionadas, resultando também em menos calorias vazias.
Chocolates entre 50% e 60% de cacau ainda mantêm algum benefício nutricional, agradando quem prefere sabores mais doces. Acima de 70%, o gosto mais amargo exige adaptação. A recomendação é sempre ler o rótulo para verificar a quantidade de açúcar, gorduras e ingredientes como leite em pó ou gorduras vegetais.
Produtos rotulados como “chocolate amargo” ou “dark chocolate” costumam conter, no mínimo, 70% de cacau, enquanto versões ao leite ou chocolate branco possuem pouco cacau e alto teor de açúcar e leite, entregando menos benefícios. O cacau oferece flavonoides, com potencial de melhorar a circulação sanguínea e proteger células, além da teobromina, que pode elevar o humor e dar saciedade.
Entretanto, o consumo excessivo pode aumentar a ingestão calórica. A indicação é consumir de 20 a 30 gramas por dia – cerca de dois quadradinhos – quantidade suficiente para aproveitar os antioxidantes sem ultrapassar o limite calórico das refeições.
Por fim, escolher chocolates de origem única evidencia sabores regionais, enquanto misturas criam perfis de sabor padronizados. Para consumir chocolate sem culpa, prefira opções com mais de 70% de cacau e controle a quantidade diária, transformando o prazer em um hábito aliado da saúde.





