
Paulo Borrachinha é destaque dos médios do UFC. Foto: Reprodução/Instagram
Paulo Borrachinha tem sido alvo de críticas desde que declarou não precisar do apoio dos fãs brasileiros. No entanto, segundo o próprio lutador, a interpretação sobre suas palavras não corresponde à realidade. O mineiro afirma que não generalizou sua fala e que o desprezo é direcionado apenas a uma parcela específica dos seguidores tupiniquins.
Em publicações nos stories do Instagram, Borrachinha reforçou que mantém carinho e gratidão pelo público brasileiro. Ele ressaltou a importância dos torcedores nacionais em sua trajetória e destacou a energia positiva que sente ao estar próximo deles.
“Olá pessoal do Brasil, meus amigos, olha só, até comentei que tiraram de contexto a entrevista, dizendo que eu desprezo os fãs do Brasil, sendo que é totalmente inverdade. Os meus primeiros e maiores fãs são do Brasil, inclusive antes do UFC. Eu amo todos eles, quem tem contato comigo percebe a energia, a felicidade que eu tenho de estar junto com os fãs do Brasil.”, disse Paulo Borrachinha.
Apesar da admiração pelos fãs, Borrachinha deixa claro que não tem apreço pelos chamados ‘haters’. O lutador afirma que despreza esse grupo e que, quanto mais expressa esse sentimento, mais recebe críticas, criando um ciclo que, segundo ele, acaba contribuindo para a promoção de suas lutas.
“Porém, os haters eu desprezo, eu não preciso, e quanto mais eu desprezo, mais eles ‘hateiam’, o que faz um ciclo vicioso e o que é bom, acaba sendo bom para a promoção. Mas eu não desprezo o fã brasileiro, porque esse trecho foi um trecho tendencioso, vocês sabem disso.”, concluiu o mineiro.
‘Não preciso do público do Brasil’, diz Paulo Borrachinha
A declaração que fez Borrachinha ser criticado pelos fãs foi em entrevista ao ‘Ag. Fight’, onde o peso médio (até 83,9kg) reforçou que não vê necessidade de contar com o apoio da torcida brasileira para ter sucesso no UFC. Na sua avaliação, o esporte é global e a carreira de um atleta não depende exclusivamente da aceitação no próprio país para gerar resultados, vendas ou relevância.
“Mas, de verdade, eu não preciso do público do Brasil. Eu acho que ninguém precisa, no UFC. Vai fazer o quê lá? Vai vender produto? Vai vender ticket? Vai vender pay-per-view? Não acho que faz sentido. Sinceramente, minha família é brasileira, meus treinadores são, mas o esporte é internacional.”, concluiu o Paulo Borrachinha.






