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Wellington Luiz aprova lei que permite uso de moeda social por igrejas no DF

Deputado Wellington Luiz, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, durante sessão solene em homenagem aos 108 anos do Lions Internacional. A sessão ocorre no dia 10 de outubro de 2025 no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), e é uma iniciativa do Deputado Wellington Luiz. Foto: Carolina Curi/Agência CLDF

Da redação do Conectado ao Poder

A legislação busca fortalecer a comunidade através da moeda social, promovendo economia e solidariedade entre as igrejas do DF.

Deputado Wellington Luiz, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, durante sessão solene em homenagem aos 108 anos do Lions Internacional. A sessão ocorre no dia 10 de outubro de 2025 no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), e é uma iniciativa do Deputado Wellington Luiz. Foto: Carolina Curi/Agência CLDF

A lei nº 7.751/2025, aprovada pelo presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz, autoriza o uso de moeda social por instituições sem fins lucrativos, como igrejas, no Distrito Federal. A alteração na norma de regularização fundiária de imóveis públicos foi sancionada recentemente e tem como objetivo facilitar o acesso à regularização e modernizar as formas de retribuição pelo uso desses espaços.

A nova legislação permite que as igrejas, em vez de pagarem em dinheiro, possam prestar serviços à comunidade como forma de compensar o uso dos imóveis públicos. Essa prática visa fortalecer a economia local e estimular a solidariedade nas comunidades que utilizam esses espaços.

Wellington Luiz expressou sua satisfação com a sanção da lei, afirmando que a medida trará impactos positivos. “Essa iniciativa, que autoriza o uso de moeda social nas permissões de uso de terrenos, promove autonomia, assegura legalidade e oferece suporte a quem se dedica a cuidar das pessoas”, destacou o parlamentar.

Espera-se que a implementação dessa legislação traga novas oportunidades de interação entre as igrejas e as comunidades, além de possibilitar uma maior diversidade nas formas de atuação das instituições religiosas no DF.