Da redação
O Dia Internacional das Reservas da Biosfera é celebrado em 3 de novembro como uma oportunidade de divulgar soluções para esses territórios e promover o desenvolvimento sustentável. A data foi proclamada em 2021 pela Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O Programa Homem e a Biosfera (MAB) promove a aproximação entre comunidades e meio ambiente. A rede reúne 797 reservas em 145 países, cobre mais de 7 milhões de km² e abriga 260 milhões de pessoas. As ações combinam conservação, ciência e conhecimento tradicional, com moradores como guardiões dos territórios.
No Brasil, a rede inclui sete reservas: Mata Atlântica (1991), Cerrado (1993), Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (1994), Pantanal (2000), Caatinga e Amazônia Central (2001) e Serra do Espinhaço (2005). Elas protegem biomas que vão da floresta tropical à vegetação semiárida.
Angola tem o Parque Nacional da Quiçama (2025); Cabo Verde, Fogo e Maio (2020); Guiné-Bissau, Bolama Bijagós (1996); e Moçambique, as Ilhas Quirimbas (2018). São Tomé e Príncipe teve as ilhas do Príncipe (2012) e de São Tomé (2025) reconhecidas, tornando-se o primeiro país integralmente designado reserva da biosfera.
Portugal tem 12 reservas, incluindo Paúl do Boquilobo (1981), as ilhas do Corvo e da Graciosa (2007), Berlengas e Santana Madeira (2011), Castro Verde (2017) e Porto Santo (2020), além de três áreas transfronteiriças com a Espanha. Timor-Leste integrou a rede em 2026 com o parque Nino Konis Santana.




