Da redação do Conectado ao Poder
Presidente do BRB afirma que união com instituição privada trará impacto positivo ao mercado financeiro e aos clientes de todo o país

A fusão entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master promete transformar o cenário do sistema financeiro nacional. Em entrevista ao JR Entrevista, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, defendeu a operação como estratégica e benéfica para todos os envolvidos. Segundo ele, a união com a instituição privada amplia a capacidade de atendimento, impulsiona a concorrência e gera novas oportunidades para clientes, acionistas e trabalhadores.
Costa explicou que a decisão é fruto de uma reformulação iniciada nos últimos anos. “O BRB era um banco regional, voltado para crédito consignado e com atuação restrita ao Distrito Federal. Trabalhamos para reposicioná-lo como um banco moderno, com presença nacional e capacidade de competir de igual para igual no mercado”, afirmou. A fusão, segundo ele, é o próximo passo dessa transformação e já conta com todos os documentos enviados ao Banco Central e ao Cade para análise.
O presidente destacou que a fusão não apenas fortalece a operação bancária como também deverá resultar em mais empregos. A expectativa, segundo Costa, é de um aumento de até 50% no número de colaboradores nos próximos cinco anos. “Vamos precisar de mais gente, mais tecnologia e melhores soluções. É uma excelente notícia tanto para quem busca concursos públicos quanto para quem atua no setor privado”, pontuou.
Para os clientes, a principal mudança será a ampliação da oferta de produtos e serviços. O novo banco terá condições de atender a todos os perfis, desde clientes de baixa renda até grandes empresas. “O objetivo é ser um banco completo, que ofereça desde crédito e investimentos até seguros e previdência, tudo em um só lugar”, resumiu Paulo Henrique. A fusão ainda depende da aprovação das autoridades reguladoras, mas a expectativa é otimista.






