Início Distrito Federal José Humberto critica veto do Banco Central e defende fortalecimento do BRB

José Humberto critica veto do Banco Central e defende fortalecimento do BRB

Da redação do Conectado ao Poder

Secretário de Governo afirma que instituição é modelo de eficiência e diz que decisão do BC representa prejuízo ao desenvolvimento de Brasília

O secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto, saiu em defesa da gestão do Banco de Brasília (BRB) e criticou a decisão do Banco Central de vetar a fusão da instituição com o Banco Master. Durante entrevista ao programa Rota Atividade, da rádio Atividade FM (107,1), apresentado pelo jornalista Sandro Gianelli, ele classificou a negativa como “injusta” e “prejudicial ao crescimento de Brasília”.

“A operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Câmara Legislativa (CLDF). O Banco Central barrou por uma interpretação equivocada. Essa decisão precisa ser revista, porque atrapalha um projeto que é bom para o Distrito Federal e para o Brasil”, afirmou. José Humberto destacou que o governador Ibaneis Rocha ficou “profundamente chateado” com o desfecho da negociação.

Segundo o secretário, o BRB passou por uma transformação nos últimos anos e se consolidou como um banco moderno, digital e com forte presença no mercado imobiliário. “Quando o governo assumiu, o banco estava desorganizado, sem credibilidade. Hoje é uma referência nacional, com mais de R$ 10 bilhões em carteira imobiliária, financiando o crescimento da cidade com taxas atrativas e gestão profissional”, destacou.

José Humberto ressaltou ainda que o BRB deixou de ser apenas um banco de folha de pagamento e passou a atuar em diversas frentes, inclusive com presença em outros estados e fora do país. “O banco é lucrativo, contribui com dividendos ao governo do DF e apoia o setor produtivo. A fusão com o Banco Master abriria novas oportunidades, especialmente na área de tecnologia”, disse.

Para o secretário, há uma dificuldade de relacionamento com o governo federal que vai além da questão técnica. “Estamos sendo perseguidos politicamente. Não é só o veto ao BRB. Também houve a negativa ao reajuste das forças de segurança. A oposição precisa entender que, ao tentar enfraquecer o governo, prejudica toda a população do Distrito Federal”, concluiu.