Da redação do Conectado ao Poder
Polícia Civil apreendeu celular e notebook do funcionário investigado por facilitar invasões em rede corporativa.

Um funcionário da área de tecnologia do Banco do Brasil foi preso durante a Operação Remoto Shell, realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal, sob suspeita de ter cobrado R$ 1 milhão para facilitar a invasão ao sistema bancário. A ação ocorreu no dia 27 de setembro de 2025, quando a polícia investigava a prática de fraudes na rede corporativa do banco.
A investigação apontou que o funcionário, utilizando suas credenciais de acesso, pretendia permitir que fraudadores invadissem a rede do banco e realizassem operações bancárias ilícitas. Em meio à operação, a polícia apreendeu um celular e um notebook, que serão submetidos a perícia para análise do material encontrado.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, a rápida resposta da polícia, em conjunto com o Banco do Brasil, foi fundamental para neutralizar a tentativa de fraude e evitar um prejuízo significativo à instituição. O banco confirmou que detectou a abordagem suspeita por meio de seu monitoramento interno.
O Banco do Brasil reiterou que todos os procedimentos necessários foram executados após a identificação da ameaça, e que está colaborando com as investigações em andamento. Além disso, mencionou que possui processos estabelecidos para monitorar e apurar situações suspeitas, garantindo a segurança de seus clientes e operações.
Os crimes pelos quais o funcionário está sendo investigado incluem invasão de dispositivo informático e associação criminosa, revelando a grave natureza da situação e a preocupação com a segurança cibernética nas instituições financeiras.






