Da redação
O empresário Filipe Sabará, articulador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, afirmou que existem “umas 10 opções” para o comando do Ministério da Economia em um eventual governo de Flávio. Segundo Sabará, a preferência é por nomes ligados à equipe econômica de Paulo Guedes, que atuou no governo Jair Bolsonaro. Flávio já declarou ter um nome em mente, mas disse que só irá divulgá-lo futuramente.
Sabará, ex-secretário-executivo de Desenvolvimento Social no governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), também destacou ao Estadão/Broadcast que foi responsável por transmitir a Tarcísio o apelo para apoio mais enfático à candidatura do senador, ao que o governador de São Paulo se comprometeu. Ele desempenha papel de interlocução da campanha de Flávio com o mercado financeiro e o segmento evangélico.
O empresário relatou ter promovido encontros com os 40 maiores empresários do Brasil e ressaltou que a principal demanda apresentada é o compromisso com o equilíbrio fiscal e corte de impostos. “É o básico, o mercado quer equilíbrio fiscal, controle fiscal, manter equilíbrio fiscal e corte de impostos”, afirmou. Segundo Sabará, Flávio está proativamente propondo essas medidas, o que tem agradado o setor.
Sobre uma possível candidatura ao governo paulista, Sabará disse considerar a hipótese caso Tarcísio não dê palanque para Flávio em São Paulo. “O PP me ofereceu uma candidatura ao governo se o Tarcísio realmente não entrar na campanha”, explicou. Porém, reiterou que, caso o governador seja candidato e apoie Flávio, não pretende concorrer.
Sabará também destacou sua participação na articulação junto ao segmento evangélico e confirmou que Pablo Marçal terá atuação na campanha, especialmente no digital. Segundo ele, a mobilização deve se intensificar após o Carnaval, quando os principais líderes religiosos deverão retomar a agenda de apoio a Flávio.






