Da redação
Filho de diarista e pedreiro, um jovem goiano de 31 anos conquistou em 2025 o cargo de terceiro-secretário do Ministério das Relações Exteriores. Criado no Entorno do Distrito Federal, ele percorreu uma trajetória marcada por desafios e superação até alcançar o Itamaraty.
Natural de Luziânia (GO), o diplomata enfrentou longos deslocamentos diários até Brasília para trabalhar e estudar. Antes de ingressar na carreira diplomática, ele teve diversas ocupações informais, entre elas a de garçom.
Ao longo do percurso, o jovem contou com o apoio de políticas públicas que facilitam o acesso ao ensino superior e à carreira diplomática. Esses mecanismos foram fundamentais para sua formação e aprovação no concurso do Ministério das Relações Exteriores.
Sua história reflete o impacto das ações afirmativas e do investimento em educação para pessoas de baixa renda no Brasil, especialmente em regiões periféricas como o Entorno do Distrito Federal. O caso evidencia a importância das políticas públicas para a promoção da diversidade e inclusão social em órgãos do governo federal.
O exemplo do novo terceiro-secretário serve de inspiração para jovens que sonham em ingressar na diplomacia brasileira. A nomeação evidencia que oportunidades iguais podem transformar realidades e contribuir para um serviço público mais representativo.




