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Polícia registra ocorrência contra Pedrinho e dirigentes do Vasco por confusão com arbitragem


Da redação

O empate em 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco, disputado no Mineirão, terminou em clima de tensão e confusão nesta quarta-feira (data não foi informada no texto). Logo após o apito final, membros da diretoria do Vasco protestaram contra a arbitragem, gerando tumulto na área do túnel de acesso aos vestiários. A Polícia Militar de Minas Gerais precisou intervir e registrou um boletim de ocorrência contra integrantes da delegação vascaína.

Segundo o tenente-coronel Henrique Nunes, a ação policial foi acionada após pedido do quarto árbitro, que percebeu o aumento da tensão. Durante a tentativa de garantir a segurança dos árbitros, aconteceram empurrões entre dirigentes do Vasco e os policiais. Para conter o tumulto, foi necessário o uso de spray de pimenta, que causou desconforto momentâneo, como tosse e ardência nos olhos, na equipe de arbitragem.

O presidente do Vasco, Pedrinho, foi apontado por integrantes da arbitragem como o dirigente mais exaltado nas reclamações. De acordo com o relato do tenente-coronel Nunes, a polícia tentou localizar Pedrinho após o episódio, mas ele não foi encontrado no estádio. Os relatórios finais sobre o caso ainda estão sendo elaborados para identificação de todos os envolvidos.

O árbitro Lucas Paulo Torezin relatou na súmula oficial que foi abordado por Pedrinho, que o acusou de prejudicar o Vasco e fez críticas à sua postura: “Você é arrogante, prepotente e soberbo. Sua soberba vai preceder a sua queda”, afirmou o dirigente, segundo o relato do árbitro à CBF.

Em campo, Cruzeiro e Vasco fizeram um jogo movimentado. Os mineiros saíram na frente, mas o Vasco virou o placar no segundo tempo, chegando a marcar três gols. Com um jogador expulso, o time carioca acabou cedendo o empate, resultado que culminou na queda do técnico Tite no Cruzeiro.