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Alego dá posse a Daniel Vilela como chefe do Executivo estadual

posse de Daniel Vilela
posse de Daniel Vilela

Da redação do Conectado ao Poder

Vice-governador assume o Governo de Goiás em sessão solene na Assembleia Legislativa, após desincompatibilização do titular para disputar a Presidência.

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) deu posse a Daniel Vilela (MDB) como chefe do Poder Executivo estadual na tarde de 31 de março de 2026, durante sessão solene realizada no Palácio Maguito Vilela, em Goiânia. A solenidade ocorreu após a desincompatibilização do governador Ronaldo Caiado (PSD), que deixou o cargo para disputar a Presidência da República; Daniel Vilela assumiu o governo e prestou juramento no Plenário Iris Rezende Machado.

O ato de posse de Daniel Vilela foi conduzido no âmbito do rito legislativo e reuniu autoridades dos Poderes. Daniel Vilela chegou acompanhado da esposa, Iara Netto Vilela, e foi recepcionado na esplanada do Palácio Maguito Vilela pelo presidente da Alego, deputado Bruno Peixoto (UB), antes de seguir para o plenário, onde ocorreu o juramento.

Durante a sessão, deputados estaduais formaram comissões para conduzir à mesa dos trabalhos o então governador Ronaldo Caiado (PSD), o empossado Daniel Vilela (MDB) e o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim. A comissão responsável por conduzir Daniel Vilela foi composta pelos deputados Amilton Filho (MDB), Bia de Lima (PT) e Anderson Teodoro (Avante).

A comissão que conduziu Ronaldo Caiado à mesa foi formada pelos deputados Dra. Zeli (Mobiliza), Dr. George Morais (PDT), Talles Barreto (UB), Lineu Olimpio (MDB), Lucas do Vale (MDB), Lucas Calil (MDB) e Anderson Teodoro (Avante). Já a condução do desembargador Leandro Crispim ficou a cargo dos deputados Virmondes Cruvinel (UB), Talles Barreto (UB) e Cairo Salim (PSD).

Com as autoridades posicionadas, o Hino Nacional Brasileiro foi executado pelo Corpo Musical Bombeiro Militar, sob regência do maestro major Rodrigues. A sessão solene formalizou a transição no comando do Executivo estadual em razão do afastamento de Caiado para atender às exigências legais de candidatura.