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Equipe de Alberto Cowboy diz que caso com Milena seguirá apenas na Justiça


Da redação

Milena Moreira e Alberto Cowboy, ex-participantes do “BBB26”, protagonizaram um momento de tensão durante a festa de lançamento do “Globo Pop”, promovida pela Globo na última terça-feira, 28 de abril, em São Paulo. O episódio ocorreu após desentendimentos anteriores entre os dois, que agora seguem para a esfera judicial.

A assessoria jurídica de Alberto Cowboy informou na manhã desta quinta-feira, 30 de abril, que ele não fará mais comentários públicos sobre o caso envolvendo Milena. Segundo comunicado, todas as questões relacionadas ao episódio serão tratadas exclusivamente na Justiça, enquanto o influenciador pretende focar em sua vida pessoal e profissional.

Em nota, a defesa declarou: “O Alberto não irá mais se manifestar acerca de qualquer situação envolvendo a ex-participante do ‘BBB26’, Milena. Às questões levantadas até então serão tratadas unicamente na esfera judicial e com o menor envolvimento possível do Alberto, que está muito focado em seu trabalho e em sua família neste momento”.

A equipe de Alberto Cowboy também negou rumores de que ele teria sido repreendido pela Globo durante o evento. “Apenas gostaríamos de ressaltar que é totalmente inverídica a informação que está circulando na mídia, de que a Globo teria chamado a atenção do Alberto no evento em questão. Isso não ocorreu em momento algum”, afirmou a assessoria.

Questionados sobre o motivo do novo desentendimento, os representantes do influenciador preferiram não entrar em detalhes. “Eu te peço minhas sinceras desculpas, mas não vamos nos manifestar sobre isso”, responderam. Segundo relatos de convidados, Milena teria se exaltado ao encontrar Alberto, chegando a gritar: “Me processa! Pode me processar!”, enquanto ele permaneceu em silêncio.

O conflito entre os ex-BBBs teria se intensificado após participação no “Domingão com Huck”, quando Milena chamou Alberto de “vagabundo” e “mentiroso”. Os advogados do empresário afirmaram que as declarações extrapolam os limites do debate público e avaliam o ajuizamento de ação indenizatória, com base na proteção constitucional à honra e à imagem.