Da redação
A definição do nome que assumirá a vice na chapa do governador Daniel Vilela (MDB) em 2026 permanece indefinida na base governista. Segundo aliados, não há vantagem consolidada para José Mário Schreiner (PSD), presidente da Faeg, que é citado entre os postulantes ao cargo.
Nos bastidores, a avaliação predominante é que Daniel Vilela e o grupo político do ex-governador Ronaldo Caiado pretendem manter a discussão em aberto por mais tempo. Schreiner é apenas um dos cotados, dividindo espaço com Luiz do Carmo (PSD), Gustavo Mendanha (PRD) e Adriano da Rocha Lima (PSD).
O processo de escolha do vice ultrapassa questões partidárias, sendo considerado estratégico para a formação de alianças e fortalecimento eleitoral para 2026. Fatores como representatividade regional, relação com setores produtivos e potencial para atrair apoios também pesam na análise, de acordo com integrantes da base.
Nesse contexto, Schreiner tem ligações com o agronegócio, enquanto Mendanha se destaca pelo histórico político em Aparecida de Goiânia. Adriano da Rocha Lima possui perfil técnico voltado para gestão, e Luiz do Carmo se mantém como alternativa interna no PSD para a composição da chapa.
O debate já vinha sendo abordado internamente, evidenciando uma disputa por espaço entre pré-candidatos ao Senado e possíveis nomes para a vice de Daniel Vilela. Vários aliados defendem opções diferentes, o que demonstra a movimentação intensa nos bastidores da base governista.
Segundo apurado, a tendência é manter todos os nomes em discussão, permitindo avaliação mais criteriosa ao longo dos próximos meses. Essa indefinição evita antecipação de conflitos internos e mantém a escolha do vice como pauta central nas articulações políticas até que haja uma decisão.







