Da redação
A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) comentou nesta terça-feira, em entrevista ao SBT News, sobre a especulação envolvendo seu nome para ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) após a rejeição de Jorge Messias pelo Senado. Tebet preferiu não se posicionar oficialmente sobre a possibilidade, destacando o desejo de representatividade na Corte.
Durante a conversa, Tebet enfatizou que existe, segundo ela, um “anseio” nacional por maior presença feminina no STF. A ex-ministra ressaltou o reconhecimento dessa demanda social, mas evitou confirmar ou negar se aceitaria uma eventual indicação para o posto.
Tebet afirmou: “Se tivermos uma mulher negra, seria histórico”. A declaração ocorreu em meio à discussão sobre diversidade no Judiciário e foi reforçada por suas observações acerca do papel simbólico que uma indicação desse perfil teria na Suprema Corte.
A rejeição de Jorge Messias pelo plenário do Senado motivou uma nova rodada de especulações e debates públicos sobre nomes cotados para o cargo. Tebet, no entanto, esclareceu que ainda não houve convite formal e voltou a frisar a importância de ampliar a representatividade, sem mencionar preferência pessoal.
O foco nas discussões recentes recai sobre a necessidade de mudanças no perfil dos ministros do Supremo, especialmente quanto à participação feminina e racial. O tema ganhou destaque após manifestações de diferentes setores da sociedade, apontando para a importância de diversidade institucional.
Atualmente, o STF possui apenas uma mulher entre seus membros. A nova indicação para a vaga aberta deve acontecer nas próximas semanas, seguindo a tramitação tradicional no poder Executivo e apreciação pelo Senado Federal após a recusa do último nome.







