Da redação
Ronda Rousey retornou às competições de MMA no evento MVP Netflix MMA realizado na Califórnia, neste fim de semana, e finalizou Gina Carano em apenas 17 segundos. De acordo com a Comissão Atlética da Califórnia, a ex-campeã do UFC recebeu o maior salário da noite, totalizando US$2,2 milhões.
Após quase oito anos afastada dos octógonos, Rousey superou Carano com uma chave de braço rápida, garantindo não apenas uma vitória expressiva, mas também a maior bolsa da estreia do MMA na plataforma de streaming. O valor equivale a cerca de R$11,1 milhões, o que representa mais de R$650 mil por segundo de luta.
Gina Carano, mesmo derrotada no combate principal, também recebeu uma quantia significativa. A lutadora embolsou US$ 1,05 milhão, somando aproximadamente R$5,3 milhões na cotação atual. Francis Ngannou, outro destaque do evento, obteve o segundo maior salário, com US$1,5 milhão (R$7,6 milhões).
No mesmo card, o brasileiro Philipe Lins teve um pagamento de US$100 mil (R$507 mil) ao enfrentar Ngannou. Já outros atletas tiveram remunerações menores, casos de Salahdine Parnasse (US$70 mil), Junior Cigano (US$80 mil), Adriano Moraes (US$80 mil) e Jason Jackson (US$110 mil).
Aline Pereira, irmã de Alex Poatan, participou do card preliminar e recebeu US$40 mil, cerca de R$202 mil. Apesar de ser um dos valores mais baixos do evento, o montante supera a remuneração usual de estreantes no UFC, que recebem em torno de US$10 mil, com possibilidade de bônus em caso de vitória.
Os salários do evento MVP Netflix MMA variaram consideravelmente. Além dos lutadores já citados, aparecem nomes como Nate Diaz (US$500 mil), Mike Perry (US$400 mil), Robelis Despaigne (US$50 mil), Kenny Cross (US$50 mil) e Jade Masson-Wong (US$40 mil).






