Da redação
A Netflix transmitiu seu primeiro evento de MMA em 19 de maio de 2026, registrando pico de 17 milhões de espectadores em todo o mundo. O card contou com o retorno de Ronda Rousey e Gina Carano, além de participações de Francis Ngannou e Nate Diaz, consolidando a aposta da empresa no segmento esportivo.
Conforme números oficiais da Netflix, o evento atingiu média de 12,4 milhões de espectadores nas lutas principais globalmente. Nos Estados Unidos, o card principal alcançou média de 9,3 milhões e pico de 11,6 milhões durante a luta principal, tornando-se o mais visto da história do MMA no país.
O recorde anterior pertencente ao UFC havia sido estabelecido em 12 de novembro de 2011, na estreia do evento na TV aberta norte-americana, quando Cain Velasquez enfrentou Junior Cigano. Na ocasião, a transmissão atingiu pico de 8,8 milhões de espectadores nos Estados Unidos e média aproximada de 5,7 milhões.
No universo digital, o UFC 324, realizado no início da parceria entre UFC e Paramount, havia alcançado média de 5 milhões de espectadores via streaming. Tal número fazia do UFC 324 o evento de MMA mais assistido por plataformas digitais até então, marca superada com ampla diferença pela transmissão da Netflix.
Apesar de perder a liderança de audiência, o Ultimate Fighting Championship (UFC) prepara sua próxima tentativa para retomar o topo. O evento UFC Casa Branca, agendado para 14 de junho em Washington, será transmitido na TV aberta americana pela CBS e terá Ilia Topuria e Alex Poatan como destaques principais.
A participação de nomes consagrados e a exibição em plataformas acessíveis explicam a intensa audiência recente desses eventos de MMA. O setor testemunha crescimento de público tanto na televisão quanto no streaming, reforçando a popularidade da modalidade em escala global.






