Da redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia um possível encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após a aprovação da chamada “pauta-bomba”. Porém, segundo membros do governo, ainda não há confirmação se a reunião ocorrerá antes do fim desta semana, em Brasília.
O ambiente político ficou mais incerto após recentes votações no Congresso. A indefinição quanto ao encontro entre Lula e Alcolumbre se intensificou, com interlocutores ressaltando a incerteza no diálogo. “Vai depender do presidente. É imprevisível”, afirmou um aliado do governo, ao comentar a possibilidade da reunião.
Enquanto isso, a viagem internacional de Lula ganhou novos contornos. O presidente antecipou em um dia sua ida à França, partindo no domingo, após o Palácio do Planalto ser informado pela Casa Branca sobre um possível encontro com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, durante a cúpula do G7.
A reunião com Trump é considerada estratégica para o governo federal. Lula busca tratar diretamente com o mandatário norte-americano sobre a recente elevação de tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, tema prioritário segundo o presidente brasileiro. O encontro pode ocorrer paralelamente à agenda oficial do G7.
A participação de Lula na reunião do G7, na França, será como convidado, reforçando o papel do Brasil em fóruns multilaterais de relevância econômica internacional. Em meio à intensa agenda, Lula planeja retornar a Brasília já na quinta-feira, 17 de junho, conforme apurado com interlocutores do governo federal.
Como contexto adicional, a chamada “pauta-bomba”, mencionada por parlamentares, refere-se a projetos aprovados pelo Senado que elevam os gastos públicos, tornando ainda mais complexas as negociações entre Executivo e Legislativo nesta semana de eventos e articulações políticas.





