Início Brasil Valdemar Costa Neto defende Eduardo Bolsonaro e chama interlocução internacional de legítima

Valdemar Costa Neto defende Eduardo Bolsonaro e chama interlocução internacional de legítima


Da redação

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, declarou nesta quarta-feira, 17, que considera legítima a atuação de Eduardo Bolsonaro em interlocução com autoridades e instituições internacionais. A manifestação ocorreu após o ex-deputado federal ser condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira, 16.

Valdemar Costa Neto afirmou, por meio de nota oficial, que Eduardo Bolsonaro exerceu uma “atividade política legítima” ao dialogar com outros países e organizações. Segundo o dirigente, tal conduta é própria de representantes eleitos democraticamente, reforçando a posição do partido diante da condenação do ex-parlamentar.

O dirigente do Partido Liberal expressou ainda solidariedade a Eduardo Bolsonaro no comunicado divulgado. Ele destacou que “a interlocução internacional integra as ações que representantes do povo realizam no exercício de seu mandato”, salientando a importância desse tipo de atuação para a democracia.

A condenação imposta ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo STF refere-se a fatos específicos julgados pela Primeira Turma da Corte. A nota do presidente do PL, no entanto, não detalhou os motivos ou o conteúdo da decisão judicial nem mencionou as penalidades estabelecidas.

Em seu posicionamento, Costa Neto manteve o foco na defesa institucional e no direito dos parlamentares de estabelecerem diálogo com diversos atores internacionais. O partido reiterou a confiança na atuação de seus membros dentro dos limites da Constituição e reconheceu a necessidade de respeito às decisões judiciais.

Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é figura conhecida por manter relações e defender posicionamentos em eventos e fóruns internacionais. Na decisão recente do STF, o parlamentar foi condenado, gerando reação imediata da liderança do PL, que reforçou a legitimidade da atividade política desenvolvida pelo ex-deputado.