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Flávio Bolsonaro nega influência de Eduardo nas tarifas dos EUA contra o Brasil


Da redação

O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta quinta-feira, 18, que as tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil não podem ser atribuídas ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). A afirmação foi feita durante entrevista concedida à Jovem Pan News.

Segundo Flávio, o irmão limitou-se a atuar para defender a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Flávio argumentou que Eduardo não teve participação em decisões relacionadas às tarifas recentes adotadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O senador ressaltou que há uma clara distinção entre ações legislativas e políticas comerciais do governo americano. Conforme Flávio, “não existe lógica em responsabilizar Eduardo por uma política de tarifas dos Estados Unidos”, reiterando que o ex-deputado atuou apenas no caso ligado ao ministro do Supremo Tribunal Federal.

Flávio também comentou que a atuação de Eduardo Bolsonaro não teve qualquer ligação com negociações bilaterais envolvendo a economia dos dois países. De acordo com o senador, as interpretações de que o ex-parlamentar teria influenciado o aumento das tarifas são “infundadas” e não encontram respaldo nos fatos verificados até o momento.

O pré-candidato pelo PL reforçou que medidas como as tarifas são fruto de debates internos do governo norte-americano e que não caberia a Eduardo Bolsonaro qualquer responsabilidade sobre essa política. Flávio afirmou, ainda, que interpretações contrárias carecem de fundamento factual comprovado.

Dados recentes mostram que o governo dos Estados Unidos anunciou tarifas para produtos de diversos países, incluindo o Brasil. A discussão sobre possíveis causas e influências dessas decisões ganhou destaque nas últimas semanas em meio ao cenário político e econômico internacional.