Da redação
Antônio Ailton da Silva, de 43 anos, foi condenado pelo Tribunal do Júri a mais de 29 anos de prisão por matar Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão, que tinha 49 anos, na região do Cruzeiro, no Distrito Federal. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o crime foi cometido em fevereiro de 2025.
Segundo a denúncia do MPDFT, o réu teria escolhido Ana Rosa por ela ser mulher, conforme registrado: “escolha racional do alvo e exploração consciente da vulnerabilidade da ofendida”. O órgão ainda destacou que a motivação estaria relacionada à condição de gênero da vítima.
O documento apresentado à Justiça descreve que Antônio da Silva teria estrangulado a motorista de aplicativo e, após a vítima sobreviver à tentativa, desferiu golpes de faca, causando traumatismo torácico, identificado como causa da morte. Para o Ministério Público, o comportamento apresentado foi de “frieza, deliberação e desprezo pela vida humana”.
Ainda segundo trecho do texto encaminhado à Justiça, “a conduta social do réu merece valoração negativa, evidenciada por comportamento misógino e histórico de violência de gênero”. O processo reuniu elementos como histórico do acusado e dados das investigações para fundamentar a condenação.





