Da redação
Os 26 jogadores da seleção espanhola, campeã da Copa do Mundo de 2026, receberão aproximadamente R$ 4,4 milhões brutos cada um, segundo acordo firmado antes do torneio. O valor corresponde a 45% da premiação paga pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) à Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) pelo título conquistado sobre a Argentina.
De acordo com a divisão estipulada, a Fifa repassará US$ 50 milhões à RFEF, o equivalente a R$ 255,5 milhões. Desse total, 45% serão destinados aos atletas, o que representa US$ 22,5 milhões, cerca de R$ 115 milhões na cotação atual, divididos igualmente entre os jogadores inscritos no campeonato. O restante, aproximadamente US$ 27,5 milhões ou R$ 140,5 milhões, permanecerá com a federação.
Além da premiação individual, os campeões poderão aumentar os ganhos por meio de campanhas publicitárias e ações comerciais relacionadas à seleção. Internamente, conforme avaliação da entidade, o bicampeonato deve impulsionar a valorização dos contratos de patrocínio e ampliar a exposição internacional da seleção, que mantém atualmente parceria com 35 empresas, incluindo Adidas, Ebro, Mapfre, Iberdrola, Halcón e Movistar.
O bicampeonato representa ainda um importante reforço financeiro para a federação, principalmente após o cancelamento da Finalíssima contra a Argentina, considerada à época uma fonte alternativa de receitas. Com o novo título, a entidade espera minimizar os efeitos econômicos provocados pelo adiamento da partida.





