Da redação
Wilson Silva, professor de SEO e Generative Engine Optimization (GEO) na ESPM São Paulo e CEO da WS Labs, perguntou a quatro inteligências artificiais — ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity — quais seriam as melhores lojas de roupas masculinas em São Paulo. Como resultado, cada plataforma sugeriu marcas diferentes, totalizando 13 nomes distintos, sendo que nenhum apareceu em todas as listas.
Segundo Silva, o teste demonstrou ainda que uma mesma inteligência artificial pode gerar respostas variadas para a mesma solicitação em diferentes momentos. Para o especialista, esses resultados reforçam a necessidade de as empresas ampliarem a estratégia digital. “Não existe mais uma presença digital única. Existe a presença da sua marca no ChatGPT, no Gemini, no Perplexity, no Claude, e a empresa pode estar forte em uma e invisível nas outras”, afirmou.
O professor também apontou que notícias recém-publicadas podem alterar rapidamente o destaque de uma marca em determinadas plataformas. Durante o experimento, uma loja internacional passou a ser citada após divulgação na imprensa. Silva explicou que esses “sinais transitórios” diferem da autoridade consolidada por empresas com presença consistente em veículos, conteúdo próprio e estrutura técnica.
No vídeo, Silva listou sete fatores que, de acordo com sua análise, elevam as chances de uma marca ser mencionada pelas inteligências artificiais: SEO técnico, autoria identificável, conteúdo relevante, referência em fontes confiáveis, reputação digital, consistência nas publicações e clareza da categoria de atuação. Esses fatores integram o conceito de GEO, voltado à otimização da presença digital em plataformas de inteligência artificial generativa.





