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Projeto Viva o Cerrado Vivo leva educação socioambiental a escolas públicas do DF


Da redação

O projeto Viva o Cerrado Vivo, inspirado pelo Dia Nacional do Cerrado, realizará sua segunda edição em seis escolas públicas do Gama, no Distrito Federal, com ações de educação socioambiental baseadas na cultura popular brasileira. As atividades começam na Escola Classe 18, no Setor Sul, com apresentações dos grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê e palestras da socioambientalista Iolanda Rocha.

Segundo a organização, a iniciativa segue a Lei Distrital nº 7.053/2022, que criou a Semana do Cerrado no calendário escolar da rede pública do DF. Iolanda Rocha, mestra em Desenvolvimento Sustentável e participante das discussões para elaboração da lei, apresentará conteúdos atualizados sobre temas socioambientais nas escolas.

Durante as visitas, os grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê abordarão o Cerrado com forró e cenas do teatro popular de bonecos. Além da Escola Classe 18, o roteiro contempla o CEF Tamanduá, Escola Classe 29, Escola Classe 21, CEF Ponte Alta Norte e Escola Classe Córrego Barreiro. Segundo a organização, após as ações, será lançado um minidocumentário sobre o projeto.

O Viva o Cerrado Vivo, realizado com verba do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, fez sua primeira edição em 2025 em escolas do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Água Quente. O Dia Nacional do Cerrado foi criado em 2003 para promover a preservação do bioma, que ocupa 25% do país, concentra nascentes de grandes bacias hidrográficas e, conforme especialistas, é considerado o bioma mais ameaçado do Brasil.