Da redação
O volume de dinheiro “esquecido” em bancos e instituições financeiras alcançou R$ 5,65 bilhões em julho, segundo o Banco Central. Desse total, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas, enquanto R$ 1,40 bilhão podem ser resgatados por cerca de 2,19 milhões de empresas.
Os valores disponíveis podem ter origem em contas encerradas, tarifas cobradas indevidamente, recursos de consórcios e cotas de cooperativas de crédito. Os bancos concentram a maior parte dos recursos, com R$ 2,38 bilhões, seguidos por administradoras de consórcios (R$ 1,96 bilhão) e cooperativas (R$ 762,7 milhões).
Segundo o Banco Central, 69,45% dos beneficiários têm valores entre R$ 0,01 e R$ 10, e apenas 2,22% possuem mais de R$ 1 mil. Desde a criação do Sistema de Valores a Receber, mais de R$ 16 bilhões já foram devolvidos; até julho, foram R$ 11,9 bilhões para pessoas físicas e R$ 4,2 bilhões para empresas.
Parte dos recursos disponíveis foi destinada ao Fundo Garantidor de Operações, apoiando programas como o Desenrola, conforme o Banco Central. O órgão alerta que o serviço de consulta é gratuito e deve ser acessado exclusivamente pelos canais oficiais, sem envio de links ou cobrança de taxas.





