Início Distrito Federal TJDFT converte flagrante em prisão preventiva por feminicídio no Paranoá

TJDFT converte flagrante em prisão preventiva por feminicídio no Paranoá


Da redação

O Núcleo Permanente de Audiência de Custódia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios converteu em prisão preventiva o flagrante de Anderson Gonçalves da Silva, suspeito de matar a companheira em via pública na região do Paranoá, no Distrito Federal. Conforme o auto de prisão em flagrante, o caso ocorreu na presença de crianças e adolescentes, incluindo a filha do casal, de quatro anos.

Testemunhas policiais afirmaram a autoria do fato e o autuado confessou o crime à autoridade policial. Familiares da vítima relataram histórico de relacionamento conturbado. O Ministério Público se manifestou a favor da regularidade do flagrante e requereu a conversão para prisão preventiva, além da identificação por perfil genético, conforme o artigo 310-A do Código de Processo Penal.

Segundo a decisão, o Núcleo considerou a gravidade do delito, a periculosidade atribuída a Silva, o não recolhimento da arma e o risco de fuga frente à repercussão do caso. O colegiado avaliou que medidas cautelares diferentes da prisão seriam insuficientes. A Defensoria Pública pediu liberdade provisória e decretação de sigilo processual.

O processo tramita com sigilo sobre informações relativas à criança que presenciou o episódio, em respeito ao melhor interesse do infante. A decisão judicial determinou restrição ao acesso desses dados para garantir a proteção da menor envolvida.