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Celina Leão destaca necessidade de ampliar proteção a mulheres após feminicídio no DF


Da redação

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), repudiou a morte de Mayara Varela, de 30 anos, baleada na cabeça na QR 1 da Candangolândia. André Eduardo Alves da Silva, ex-marido da vítima, é procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal, conforme informações oficiais. Em pronunciamento, Celina lamentou o caso, manifestou solidariedade à família e ressaltou a importância de denunciar ameaças e buscar os mecanismos de proteção disponíveis.

Segundo Celina, ao tomar conhecimento de crimes desse tipo, verifica se existem registros anteriores de ocorrência e vínculos com programas de proteção. Ela afirmou: “Essa mulher tinha uma ocorrência em 2024 ou 2025, mas no boletim está registrado que foi oferecido o programa Viva Flor e ela disse que não precisava”. Para a governadora, o episódio evidencia a necessidade de ampliar o acesso às medidas de proteção para mulheres em situação de risco.

Celina alertou: “Quando eles falam que vão nos matar, eles podem nos matar de verdade”, ao pedir que mulheres ameaçadas busquem ajuda desde os primeiros sinais de violência. A chefe do Executivo local informou que acionou a Secretaria da Mulher, que deve procurar os familiares de Mayara para oferecer apoio, conforme o protocolo adotado pelo governo nesses casos.

A família de Mayara acredita que o crime tenha sido motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha do casal, de acordo com o relato apresentado. Celina destacou o programa Viva Flor, dedicado à proteção de mulheres em situação de violência doméstica, e o aplicativo Mulher Segura DF, disponíveis para solicitação de ajuda e acesso a serviços de proteção.