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SES reforça combate ao Aedes aegypti em Goiás e mobiliza população

combate ao Aedes
combate ao Aedes

Da redação do Conectado ao Poder

Governo de Goiás adota novas tecnologias e aposta na participação da sociedade para enfrentar surtos do mosquito

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) intensifica ações para o combate ao Aedes aegypti em todo o estado, implementando monitoramento, novas tecnologias, controle químico, distribuição de insumos e capacitação dos profissionais municipais. O objetivo é reduzir a infestação do mosquito e prevenir dengue, chikungunya e zika, conforme orientação do órgão, que também mobiliza a população para eliminar criadouros residenciais antes do período chuvoso.

Segundo a SES-GO, Goiás soma atualmente 108.673 casos confirmados de dengue, aumento de 17% em relação ao ano anterior. Foram confirmados também 11.311 casos de chikungunya em 2026, 343% a mais que no período anterior. Entre as medidas ampliadas estão o uso de ovitrampas para identificar regiões críticas — método adotado em 104 municípios — e a implementação das Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL), com 3.278 unidades entregues em áreas estratégicas, como Caldas Novas, Goianira, Inhumas, Senador Canedo e Trindade.

O secretário estadual de Saúde, Rasível Santos, ressalta a importância da colaboração entre Estado, municípios e população. “O enfrentamento ao Aedes exige um esforço conjunto. O Governo de Goiás tem investido nas ações, mas nenhuma estratégia será eficaz sem o apoio da sociedade. A prevenção começa dentro de casa e continua sendo a medida mais importante para proteger vidas”, afirmou.

Outras estratégias adotadas incluem a capacitação de equipes municipais, manutenção de equipamentos e distribuição de insumos como larvicidas e inseticidas. Destacam-se também o uso da metodologia Wolbachia em municípios como Valparaíso, Luziânia e Anápolis, além da oferta da vacina Qdenga para crianças de dez a quatorze anos. A cobertura vacinal para a primeira dose atinge 54,84%, mas 39,91% desse público está com a segunda dose atrasada, o que, segundo a SES-GO, reforça a necessidade de intensificar a imunização no estado.