Da redação
Isabel Teixeira, atriz, descobriu a presença da síndrome de Li-Fraumeni em sua família após realizar um mapeamento genético em 2019, motivada pelas mortes da mãe e da avó por câncer. O exame revelou uma mutação no gene TP53, condição hereditária que aumenta a predisposição ao surgimento de tumores.
Segundo Isabel, a confirmação médica a deixou “sem chão”, mas ela decidiu adotar uma rotina rigorosa de prevenção. Em entrevista ao “Fantástico”, afirmou ter abandonado o cigarro, cortado bebidas alcoólicas, iniciado exercícios físicos e realizado uma mastectomia preventiva para reduzir os riscos associados à síndrome.
A atriz também submeteu os filhos a exames genéticos. Conforme relatou, o filho não herdou a mutação, enquanto a filha testou positivo para a condição. Isabel afirmou que a jovem encarou o diagnóstico como um incentivo para transformar seus hábitos diários, sem entrar em pânico.
De acordo com especialistas, o gene TP53 é conhecido como “guardião” do organismo por atuar na prevenção da proliferação desordenada de células nocivas. Médicos destacam que mapear o histórico familiar permite antecipar diagnósticos e salvar vidas, já que a falha no gene indica um alerta constante, não uma sentença inevitável de adoecimento.




