Da redação
Aliados e integrantes da campanha do senador Flávio Bolsonaro não souberam informar onde ele estava no dia 27. O Broadcast, serviço de notícias do Grupo Estado, não registrou movimentação na casa dele em Brasília; funcionário do condomínio não conseguiu contato pelo interfone.
Veículos argentinos relataram que o senador teria viajado do Brasil a Puerto Iguazú. Rogério Marinho (PL-RN), coordenador político de Bolsonaro, negou sua saída do país. A Polícia Federal pediu informações às autoridades argentinas sobre eventual entrada e investiga se ele deixou o Brasil.
A Polícia Federal intimou Bolsonaro no dia 26 a entregar os passaportes até o fim da manhã; ele disse que cumpriria, mas não havia confirmação do envio. No mesmo dia, em vídeo no Instagram, o senador declarou: “Nunca pensei em sair do País”.
Bolsonaro relacionou a intimação a uma declaração de seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que teria sugerido que ele deixasse o Brasil se perdesse a eleição. “Isso é motivo para tirar meu passaporte?”, questionou. Bolsonaro é investigado em dois inquéritos.



