Da redação
A Polícia Civil do Distrito Federal arquivou, nesta quinta-feira (5), o caso de Ricardo Coutinho, ex-governador da Paraíba e deputado federal eleito pelo PT, por falta de provas. Ele era acusado de abordar crianças e fazer gestos obscenos na terça-feira (3), perto do Centro Olímpico de Santa Maria, em Brasília.
Os relatos iniciais registrados na ocorrência apontavam que Coutinho teria piscado os faróis do veículo e feito gestos em direção às crianças que estavam nas proximidades, supostamente chamando-as para perto do automóvel.
Coutinho negou as acusações e disse ter sido vítima de uma tentativa de golpe e extorsão. Relatou que acompanhava uma atividade esportiva do enteado no local quando um jovem o abordou e passou a acusá-lo. Ele e os demais envolvidos foram liberados após prestarem depoimento.
Não houve prova de convite aos menores para entrar no veículo nem de abordagem sexual ou aliciamento. Um vigilante do Centro Olímpico, pai de um dos adolescentes, negou ato ilegal. A decisão diz que gestos e luzes “não constituem, isoladamente, comportamentos penalmente típicos”.




