Da redação
A Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto Brasília Ambiental realizou, nesta sexta-feira (6), sua última visita técnica de 2026, na organização da sociedade civil Programando o Futuro, no Gama. A atividade apresentou aos servidores as etapas de reaproveitamento e destinação de resíduos eletroeletrônicos.
Os servidores acompanharam o recebimento, a triagem, o armazenamento, o reaproveitamento e a destinação dos equipamentos. Também conheceram os laboratórios de formação, recondicionamento de computadores e tratamento de resíduos, além do espaço onde plásticos são triturados para reciclagem. “É uma atividade de educação ambiental”, disse o fundador e coordenador Vilmar Simion.
Com 26 anos de existência, a Programando o Futuro desenvolve há 22 anos iniciativas de inclusão digital e tratamento de resíduos eletroeletrônicos. Também oferece cursos gratuitos de informática básica, marketing digital e reparo de celulares. Simion disse que a organização mantém 20 laboratórios em regiões administrativas do Distrito Federal e, por meio de parceria, 12 em comunidades quilombolas.
A visita foi a sétima do calendário de 2026. O conjunto das atividades somou 169 participações. Webert Oliveira Ferreira, coordenador da A3P, disse que a visita “agrega praticamente toda a cadeia de resíduos que conhecemos nas atividades anteriores”. A comissão pretende formalizar as visitas e divulgar oito datas para 2027.
Simion explicou que a mineração urbana reaproveita minerais já extraídos e presentes em eletrônicos descartados, em vez de recorrer à extração direta da natureza. Ele defendeu consolidar o tratamento desses resíduos como política pública e citou o Reciclotech, iniciativa do Governo do Distrito Federal. A organização tem certificação internacional ISO 14001.




