Da redação
Para a federal, a Comissão é um projeto pessoal dela

Já é fato antigo que são poucas as cadeiras ocupadas por mulheres na Câmara dos Deputados, mas a sociedade avançou e temos a certeza disso quando vemos uma mulher em um papel importante, como é o caso da deputada federal Bia Kicis (PSL/DF), que é a primeira figura feminina a presidir a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara.
Entrevistada no programa Conectado ao Poder, da Rádio Metrópoles, a federal entende que a CCJ tem muito mais a ver com ela mesma do que com o grupo. “A CCJ, eu diria que é um projeto meu pessoal, não de grupo político.” A fala é em razão de Bia, a partir do momento em que foi eleita, ter tido o desejo de ser presidente da Comissão, pois nunca teve uma mulher no cargo. “Nunca houve, sou a primeira”, disse Bia, de maneira orgulhosa.
Muitas dificuldades surgiram no caminho de Bia até que ela chegasse à presidência. “Houve uma resistência enorme, absolutamente injustificada, nunca alguém sofreu tanto com tanta perseguição para assumir uma comissão”, contou. No entanto, um nome que apoiou a federal foi o do deputado federal Coronel Tadeu e, como consequência, ela se uniu a Arthur Lira e ao Major Vitor Hugo, como relatou.
“O coronel Tadeu foi super correto, virou para mim e disse que me apoiava e, então, fui trabalhar junto ao Arthur Lira e com o Major Vitor Hugo, que é o líder do partido, para que realmente o PSL ficasse com a CCJ e eu fosse a presidente.”





