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“Eu fico estarrecido com dois pesos e duas medidas”, diz o deputado distrital Daniel de Castro na CPI dos Atos Antidemocráticos 

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Da redação do Conectado ao Poder

Nesta quinta-feira (27) aconteceu mais uma oitiva da CPI dos Atos Antidemocráticos, com a presença da subsecretária de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), coronel da Polícia Militar Cíntia Queiroz de Castro.

Antes de fazer algumas perguntas para a coronel, o deputado Daniel de Castro (PP) fez um desabafo, “como um cidadão”, sobre a diferença de conduta entre o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o ex-secretário da SSP, Anderson Torres, e o ex-ministro do presidente Lula, Gonçalves Dias, que esteve envolvido nos ataques do dia 8 de janeiro. 

“Temos um delegado da Polícia Federal preso, com depressão, que está recebendo atendimento psiquiátrico, porque estava nos Estados Unidos durante as invasões e temos um assessor direto do Presidente da República, que estava no Palácio na hora das invasões e continua solto. Eu fico estarrecido com dois pesos e duas medidas”, manifestou Daniel de Castro”.

O deputado critica, ainda, a forma que os invasores foram tratados pelo ministro do GSI dentro do Palácio. “Enquanto o governador do DF foi afastado logo no início das investigações, o ministro de Estado continua solto, mesmo tendo consciência da gravidade da situação. E o mais grave de tudo isso é que, os invasores foram tratados como convidados pelo GSI do governo Lula, que saíram tranquilamente pelas portas do Palácio”, destaca.  

Injustiça

O deputado distrital Thiago Manzoni (PL) concorda com o posicionamento do pastor Daniel de Castro e reitera a fala já citada em outros discursos, pelo parlamentar e por ele, afirmando que “há inocentes presos e têm culpados que não estão sendo, sequer, investigados. Tem gente que está na cadeia há meses, que não apresenta perigo à população e tem gente que deveria estar sendo investigado agora e não está”, pontua Manzoni.