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Ancestralidade vira biojoias pelas mãos de servidora pública

biojoias de ancestralidade
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Da redação do Conectado ao Poder

A marca Preta Chique une materiais naturais, identidade negra e espiritualidade, e planeja chegar a Salvador

Daisy Reis, servidora pública e criadora da Preta Chique, venceu a categoria Microempreendedora Individual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios com biojoias de ancestralidade. A marca nasceu da busca por acessórios que representassem sua identidade como mulher negra, em trajetória apresentada pelo Sebrae no DF.

Nascida e criada em Guarulhos, Reis ingressou no serviço público aos 19 anos, na área de comunicação, e mudou-se para Brasília aos 29, após aprovação em seleção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), onde trabalhou como publicitária ligada à TV Brasil.

Em 2016, depois de perceber em uma feira que não encontrava acessórios ligados à identidade que buscava afirmar, começou a produzi-los; a marca foi lançada em 2018. Desde 2022, aprofunda o trabalho com materiais naturais e orienta a criação pela Jurema Sagrada.

Após 12 anos de carreira, Reis deixou o serviço público depois de planejar financeiramente a transição. A Preta Chique funciona em ateliê doméstico, vende pelas redes sociais e por encomendas para todo o Brasil e participa frequentemente de feiras de artesanato.