Início Brasil Bia Kicis cobra votação do mérito sobre aumento do IOF e critica...

Bia Kicis cobra votação do mérito sobre aumento do IOF e critica “roubo dos aposentados”

Deputada Federal Bia Kicis, durante entrevsita ao Poder 360 para o Novos Cogressistas. Brasilia, 12-04-19. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

Da redação do Conectado ao Poder

Após derrota do governo Lula na Câmara, deputada destaca compromisso da oposição com anistia, CPMI do INSS e pauta tributária

Deputada Federal Bia Kicis, durante entrevsita ao Poder 360 para o Novos Cogressistas. Brasilia, 12-04-19. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) cobrou, nesta terça-feira (17), o andamento de pautas prioritárias da oposição após a aprovação do regime de urgência do Projeto de Decreto Legislativo 314/2025, que suspende os efeitos do decreto do governo federal que elevou as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A matéria, aprovada por 346 votos a 97, agora poderá ser votada diretamente no plenário da Câmara dos Deputados.

A parlamentar participou de uma reunião com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e outros integrantes da oposição, na qual foram discutidas propostas como a anistia a parlamentares, a defesa das prerrogativas do Congresso e a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar irregularidades no INSS. “Falamos da anistia, do IOF, da CPMI e do roubo dos aposentados”, afirmou Kicis ao Correio Braziliense.

O movimento da oposição, reforçado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e pela Coalizão de Frentes Produtivas, pressiona o governo a pautar imediatamente o mérito do projeto que impede o aumento do imposto. As duas frentes têm atuado para barrar medidas que, segundo elas, ampliam a carga tributária sobre setores estratégicos da economia nacional.

Segundo Kicis, Motta teria reiterado seu compromisso com a pauta oposicionista e se mostrou receptivo às demandas, incluindo a relatoria independente da CPMI do INSS. “Vai trabalhar pela CPMI também, para termos um relator que faça com que ela realmente não caia nas mãos do governo, para não dar em nada”, concluiu.