Local está sendo revitalizado e deve ser entregue à população em breve.
O Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, revitaliza e reforma totalmente o Centro Comunitário da Nova Vila Guaíra. A obra irá atender uma antiga reivindicação da população do bairro e deve ser entregue em breve.
De acordo com a pasta, a área total do Centro é de 680 m², onde 300 m² são de obras na estrutura, que contém refeitório, cozinha, área de evento, banheiros e um jardim externo.
O Centro Comunitário da Vila Guaíra oferecerá à população atividades em grupo, apoio social e informações públicas.
Vizinha ao Centro Comunitário, o Governo Municipal também revitaliza a quadra de esportes do bairro, que receberá novo piso, pintura, sistemas hidráulico e elétrico, além da instalação de traves, redes, grades, tabelas e nova iluminação em LED.
“Fico feliz ao ver esse local passando por essas obras. Está ficando bonito”, disse a dona de casa Ana Lúcia, moradora da Nova Vila Guaíra.
O objetivo é promover a conscientização de condutas seguras no trânsito
Nessa quarta-feira (18), as equipes da Educação de Trânsito do Detran-DF realizaram ação educativa no formato de “Palestras de Rua”, direcionada aos motociclistas que trabalham com delivery por aplicativos. O foco desta ação é orientar quanto aos cuidados indispensáveis para pilotar a moto nos seus trajetos diários, esclarecendo sobre os seus direitos e deveres no trânsito.
Já na manhã desta quinta-feira (19), os educadores do Detran realizaram ação voltada para a segurança dos pedestres. O projeto “Café na Faixa” esteve no centro de Taguatinga, próximo à Praça do Relógio, onde a equipe conversou com as pessoas que circulavam pela região passando orientações sobre travessia segura e demais atitudes que podem evitar acidentes.
Confira a programação das ações educativas para o fim de semana.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes em afastar Ibaneis Rocha do governo do DF é vista como “excesso processual” até por aliados do presidente Lula. A análise é feita por advogados favoritos do petismo, que possuem o entendimento de que a ação deveria ser de competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Um dos nomes da advocacia vinculado a Lula, que, inclusive, promoveu festa em sua casa, após a diplomação do presidente, em 12 de dezembro, mas no dia 8, data de atos violentos em Brasília, interferiu para amenizar a situação do governador Ibaneis Rocha, foi Kakay. Ele coordenou conversas para evitar sanções mais graves direcionadas a Ibaneis.
Cogitava-se, durante o auge das manifestações, a prisão do governador. Kakay, então, convenceu os interlocutores de que a medida seria excessiva. Com a observação de análises tanto de advogados apoiadores de Lula quanto de advogados de outras linhas, como Suenilson Saulnier de Pierrelevée Sá, citado recentemente pelo Conectado ao Poder, se faz presente o questionamento conjunto da população do DF: “O que estão fazendo com o nosso governador eleito em primeiro turno é constitucional e democrático?”.
A reflexão partiu do administrador do Riacho Fundo, Fernando Siqueira, que, desde o primeiro momento, se movimentou a favor da volta de Ibaneis ao executivo local.
Jacinda Ardern tornou pública sua decisão na quinta-feira (19/01)
Jacinda Ardern anunciou nesta quinta-feira (19/01) que deixará o cargo de primeira-ministra da Nova Zelândia antes das eleições deste ano. Emociada no anúncio diante da imprensa, a premiê de 42 anos afirmou que não tem mais “combustível suficiente no tanque” para liderar o país.
Ardern precisou segurar o choro no momento em que falou sobre como os seis anos “desafiadores” no cargo cobraram seu preço.
Os parlamentares do Partido Trabalhista votarão no domingo para definir o substituto de Ardern.
O anúncio surpreendeu analistas e eleitores. Mas pesquisas indicam que o Partido Trabalhista teria dificuldades caso Ardern tentasse a reeleição no pleito marcado para 14 de outubro.
Ardern disse que tinha reservado um tempo durante as férias de verão para considerar seu futuro, na esperança de encontrar coragem e energia para seguir no cargo.
“Mas, infelizmente, não consegui e eu estaria prestando um péssimo serviço à Nova Zelândia se continuasse no cargo”, disse ela.
Ardern deixará o cargo até 7 de fevereiro, quando ocorre eleição interna da sua sigla. Se nenhum candidato obtiver o apoio de dois terços dos representantes do partido, haverá uma eleição junto aos filiados.
Ardern foi eleita primeira-ministra em 2017, aos 37 anos, quando se tornou a chefe de governo mais jovem do mundo.
No ano seguinte, ela se tornou a segunda líder mundial eleita a dar à luz durante o mandato, depois da paquistanesa Benazir Bhutto em 1990.
Ela governou a Nova Zelândia durante a pandemia de covid-19 e a recessão subsequente, o tiroteio na mesquita de Christchurch e a erupção de um vulcão na Ilha Branca.
Ardern disse que os últimos cinco anos e meio foram os “mais gratificantes” de sua vida, mas que liderar o país durante crises foi difícil.
“Esses eventos … têm sido desgastantes por causa do peso, do peso absoluto e da natureza contínua deles. Nunca houve um momento em que parecia que estávamos simplesmente governando.”
O líder do Partido Nacional, Chris Luxon, estava entre os que agradeceram a Ardern “por seus serviços à Nova Zelândia”.
“Ela deu tudo de si neste cargo que é incrivelmente exigente”, escreveu o líder da oposição no Twitter.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, descreveu Ardern como uma líder de intelecto, força e empatia.
“Jacinda tem sido uma defensora feroz da Nova Zelândia, uma inspiração para muitos e uma grande amiga para mim”, escreveu ele.
O líder do Canadá, Justin Trudeau, disse que ela fez uma diferença “imensurável” para o mundo.
Mas enquanto no resto do mundo Ardern era vista como uma estrela política, as pesquisas entre eleitores neozelandeses sugerem que ela estava se tornando cada vez mais impopular.
Ela liderou o Partido Trabalhista em uma vitória esmagadora nas eleições de 2020, aproveitando da imagem positiva que seu governo teve pela forte reação à pandemia.
Mas as últimas pesquisas de opinião indicam que sua popularidade está no pior nível desde que foi eleita.
No ano passado, Ardern disse à BBC que sua popularidade em declínio foi o preço que seu governo pagou para manter as pessoas protegidas da covid-19.
Ela também enfrentou uma crise inflacionária, o aumento da criminalidade e a insatisfação com o acúmulo de promessas eleitorais que foram adiadas durante a pandemia.
A reação ao anúncio de Ardern na quinta-feira foi variada. Uma moradora de seu próprio eleitorado de Auckland disse ao jornal NZ Herald que Ardern estava “fugindo antes que seja expulsa”, culpando-a pelo aumento da criminalidade e do custo de vida.
Para outros, como Max Tweedie, do Auckland Pride, ela é “uma das maiores primeiras-ministras da história da Nova Zelândia”.
Mas Ardern ressaltou que não estava renunciando por problemas nas pesquisas.
“Não estou saindo porque acredito que não podemos vencer a eleição, mas porque acredito que podemos e iremos, e precisamos de um novo par de ombros para esse desafio.”
Ainda não surgiram candidatos ao cargo. Mas vários parlamentares, como o vice-líder Grant Robertson, já disseram que não vão concorrer.
Na quinta-feira, Ardern disse que entre as conquistas de seu governo estão mudanças em políticas climáticas, habitação social e redução da pobreza infantil.
Mas ela disse esperar que seu legado na Nova Zelândia seja “como alguém que sempre tentou ser gentil”.
“Espero deixar os neozelandeses com a crença de que você pode ser gentil, mas forte; empático, mas decisivo; otimista, mas focado. E que você pode ser seu próprio tipo de líder – alguém que sabe quando é hora de ir embora”, disse Ardern.
Até esta sexta-feira (20), a CLDF deverá publicar, de acordo com o regimento da Casa, o índice de proporcionalidade dos blocos partidários que determinará a indicação dos sete membros que comporão a investigação
A Câmara Legislativa reuniu-se na tarde desta quarta-feira (18) para a leitura do requerimento que pede a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar os atos antidemocráticos registrados em Brasília nos dias 12 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro passado. A leitura do documento é o primeiro passo para a abertura da CPI que, depois de instalada – o que deverá ocorrer na volta do recesso, em fevereiro – terá 180 dias, prorrogáveis por mais três meses, para concluir seus trabalhos.
Até esta sexta-feira (20), a CLDF deverá publicar, de acordo com o regimento da Casa, o índice de proporcionalidade dos blocos partidários que determinará a indicação dos sete membros que comporão a investigação. Após a publicação, os líderes dos blocos terão cinco dias úteis para apresentar os nomes dos titulares e suplentes para integrar o colegiado.
O encaminhamento, ao final da sessão de hoje, foi do presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB), que declarou: “Testemunhamos o ódio descarregado contra as instituições por criminosos travestidos de manifestantes. Estes têm de ir para a cadeia”.
Sobre os distritais designados para compor a CPI, alguns blocos parlamentares já se adiantaram e anunciaram seus indicados durante a sessão. É o caso da deputada Jaqueline Silva (Agir) e dos deputados Joaquim Roriz Neto (PL) e Chico Vigilante (PT).
Atos condenados
Após a leitura, os deputados se sucederam na defesa da realização da CPI, expondo seus pontos de vista. Foram unânimes, entretanto, em condenar os atos que destruíram edifícios que representam e abrigam os Poderes da República. Por sua vez, a bancada que apoia o GDF, discordou do afastamento de Ibaneis Rocha pelo Supremo Tribunal Federal. Jorge Vianna (PSD), por exemplo, avaliou como “desproporcional” a medida.
Líder do governo, Robério Negreiros (PSD) afirmou que é necessário apurar “a parcela de responsabilidade local e ver onde a União pecou”.
O argumento foi seguido por parlamentares como Pastor Daniel de Castro (PP); Rogério Morro da Cruz (PMN); Paula Belmonte (Cidadania); Joaquim Roriz Neto e Thiago Manzoni, ambos do PL; além de Pepa (PP).
Outro ponto reprisado foi a necessidade de “individualização” das condutas para a apuração da culpa e a penalização dos responsáveis pelos atos de vandalismo. O deputado Hermeto (MDB) defendeu o procedimento com o objetivo de se chegar realmente aos “bandidos”. Enquanto João Cardoso (Avante) observou ser necessário mostrar a verdade a todo o Brasil. “Não podemos violar os princípios e a garantia da ampla defesa e do contraditório”, acrescentou a deputada Doutora Jane (Agir).
Apuração rigorosa
A bancada de oposição ao governo propugnou “ir fundo nos acontecimentos” relativos aos dias 12 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro passado, como externou o deputado Chico Vigilante (PT), acompanhado por Gabriel Magno e Ricardo Vale, seus colegas de partido, que também cobraram apuração rigorosa das responsabilidades. Vigilante considerou ainda que “a CPI vai começar mal, se insinuar responsabilidades que não foram apuradas”, em resposta às críticas proferidas por vários distritais ao ministro da Justiça, Flávio Dino.
Por seu turno, a deputada Dayse Amarilio (PSB) chamou a atenção para a “cobrança”, pela população do Distrito Federal, de respostas da CLDF em relação aos eventos antidemocráticos. Já o deputado Max Maciel (Psol) referiu-se à situação dos presos nos atos: “Tem pessoas detidas que querem pedir comida em aplicativos de delivery. Presídio não é hotel, não. Privação de liberdade é complexa e há comprovação da participação nos atos de depredação”.
O presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
Presidente deu entrevista exclusiva a canal de TV
O presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao canal de notícias Globonews, que houve uma falha dos serviços de inteligência do governo que não alertaram sobre os atos golpistas em Brasília no dia 8 de janeiro.
“Aqui nós temos inteligência do Exército, nós temos inteligência do GSI [Gabinete de Seguraça Institucional], nós temos inteligência da Marinha, nós temos inteligência da Aeronáutica, ou seja, a verdade é que nenhuma dessas inteligências serviu para avisar ao presidente da República que poderia ter acontecido isso”, afirmou. A entrevista exclusiva, primeira do tipo desde que Lula assumiu seu terceiro mandato, foi veiculada nesta quarta-feira (18).
“Se eu soubesse, na sexta-feira (6), que viriam 8 mil pessoas aqui, eu não teria saído de Brasília. Eu não teria. Eu saí porque estava tudo muito tranquilo, até porque a gente estava vivendo ainda a alegria da posse”, acrescentou.
Tentativa de golpe
O presidente também relembrou os momentos de tensão com a invasão do Palácio do Planalto, das sedes do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que tinha a impressão de estar havendo uma tentativa efetiva de golpe de Estado no país. No dia, ele estava em Araraquara (SP) e assistiu aos desdobramentos dos fatos da cidade paulista. Para o presidente, houve conivência de gente das Forças Armadas na ação dos vândalos.
“Eu fui ficando irritado porque não era possível a facilidade com que as pessoas invadiram o Palácio do Presidente da República, e, na verdade, eles não quebraram para entrar, eles entraram porque a porta estava aberta, alguém de dentro do Palácio abriu a porta para eles, só pode ter sido, houve conivência de alguém que estava aqui dentro”, afirmou.
União democrática
O fracasso do intento golpista, para Lula, ocorreu porque houve reação democrata forte. “Eles perceberam que houve uma reação, imediatamente eu sou agradecido aos governadores que vieram a Brasília prestar solidariedade, imediatamente a gente se juntou e a gente percebeu que tínhamos que trabalhar juntos, Legislativo, Executivo e Judiciário. E nós, então, nos juntamos para garantir a democracia brasileira”.
Lula disse que todas as pessoas que estiverem envolvidas nos atos golpistas serão investigadas. Ele pediu punição a quem tiver participação nas ações criminosas. “Essa gente tem que ser condenada, senão a gente não garante a existência e a sobrevivência da democracia”, assegurou.
O presidente também acusou a Segurança Pública de Brasília, especialmente a Polícia Militar do Distrito Federal, pelo que chamou de “negligência” na garantia de proteção aos prédios da República.
Comandantes militares
Durante a entrevista, Lula confirmou que terá um encontro na sexta-feira (20) com os comandantes das três forças: Exército, Força Aérea e Marinha, no Palácio do Planalto. O principal ponto de pauta é a modernização e compra de equipamentos para os militares. O presidente também falou que vai conversar com os comandantes para despolitizar o ambiente nas Forças Armadas.
“É preciso que os comandantes assumam a responsabilidade de dizer: o soldado, o coronel, o sargento, o tenente, o general, ele tem direito de voto, ele tem direito de escolher quem ele quiser para votar. Agora, como ele é um cargo de carreira, ele defende o Estado brasileiro, ele não é exército do Lula, não é do Bolsonaro, não foi do Collor, não foi do Fernando Henrique Cardoso, a Suprema Corte não é do Lula, sabe? Essas instituições que dão garantia a esse país não precisam ter partido e não precisam ter candidato. Eles têm que defender o estado brasileiro e defender a Constituição”, disse.
Viagens
Lula confirmou que viajará aos Estados Unidos, a convite do presidente Joe Biden, no dia 18 de fevereiro. Antes disso, ele irá a Argentina e ao Uruguai na próxima semana. Em março, ele embarca para a China. Além disso, o chanceler alemão Olaf Scholz visitará o Brasil no dia 30 de janeiro.
“Eu vou tirar o Brasil do isolamento e vou fazer com que esse país volte a ser respeitado no mundo e seja protagonista internacional”.
Reformas
Na área econômica, o presidente voltou a defender uma regulação que garanta seguridade social a trabalhadores de aplicativo e aqueles empreendedores não formalizados. Segundo Lula, não é uma volta ao passado, mas uma nova relação capital e trabalho.
“Para isso, nós vamos criar uma comissão com sindicalistas, com empresários e com o governo para ver se a gente cria uma estrutura sindical em que as pessoas se sintam representadas e a gente possa garantir que as pessoas tenham direito. Ou seja, porque esse trabalhador que trabalha em aplicativo, ele pensa que ele é microempreendedor, ele não é microempreendedor, porque ele não tem nenhum programa de seguridade social. Quem tem que garantir isso é o Estado brasileiro”
Sobre reforma tributária, Lula defendeu mudança na regra do Imposto de Renda para desonerar pessoas de renda mais baixa e média do pagamento desse tributo, que deve ser mais progressivo do que o modelo atual. “Não sei se você sabe que 60% das pessoas que pagam Imposto de Renda ganham R$ 6 mil por mês. Essas pessoas são consideradas ricas”, disse. “Vamos tentar colocar em prática na proposta de reforma tributária, que até R$ 5 mil a pessoa não pague Imposto de Renda. Sabe? Não é possível que a gente não faça”.
Obras nas quadras 3, 4 e 5 seguem modelo padronizado e incluem serviços como pavimentação, paisagismo, calçadas, escadas e rampas
Local por onde passam diariamente mais de 150 mil pessoas, o Setor Comercial Sul (SCS) está em obras. O Governo do Distrito Federal (GDF) mobilizou mais de R$ 8,9 milhões para a reurbanização completa das quadras 3, 4 e 5, conforme modelo já implementado em outros pontos históricos e turísticos da capital federal.
A reforma é padronizada: em todas as quadras haverá recuperação da pavimentação, reforma das calçadas, escadas e rampas, nova sinalização vertical e horizontal, reorganização dos estacionamentos, paisagismo e mobiliário urbano. Os projetos, elaborados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), estão sendo executados pela Secretaria de Obras (SODF).
É o mesmo molde adotado na reforma da W3 Sul, do Setor de Rádio e TV Sul e do Setor Hospitalar Sul. “A proposta é que sejam áreas acessíveis a toda a população, dando fim às calçadas quebradas e deterioradas e aos estacionamentos irregulares. São ações que priorizam a segurança e o conforto de todos”, explica a engenheira Claudia Mansur, da Subsecretaria de Acompanhamento e Fiscalização da SODF.
Serviços em andamento
“Essa obra era uma demanda antiga da população e, principalmente, do próprio comércio; vai impactar a todos que frequentam o setor e é uma forma de valorizar a cidade”, pontua o administrador regional do Plano Piloto, Valdemar Medeiros.
A Quadra 3 foi a primeira a receber máquinas e operários, em junho do ano passado. Atualmente, estão sendo feitos os assentamentos do piso tátil, que orienta pessoas com deficiência visual ou baixa visão sobre o caminho, e do piso de alerta, que aponta possíveis obstáculos no trajeto de pedestres, como escadas, rampas e elevadores.
Já na Quadra 5, onde as obras começaram em setembro de 2022, estão em andamento os serviços de concretagem de calçadas e travessias elevadas, assentamento de meios-fios, remoção de pedras portuguesas e nivelamento do solo. Na Quadra 4, por sua vez, há o assentamento de meios-fios e preparação para concretagem de calçadas. Por lá, a reforma começou em outubro do ano passado.
Melhorias para todos
Para quem trabalha na região, as obras trazem a expectativa de atrair mais clientes. É o que ressalta Luciana de Souza, 47 anos, proprietária de um restaurante: “[A reforma] veio em boa hora para aumentar as vendas”. O comerciante Josemir Dias, 31, acrescenta que será uma porta de entrada para outras melhorias: “Será bom para o movimento de pessoas, e acho que vai trazer ainda mais foco para cá”.
Trabalhando no SCS há 27 anos, a comerciante Ana Cláudia Amorim, 48, entende que a melhor parte da reforma será a retirada das pedras portuguesas. “Sem a manutenção adequada, as pedras se deslocam e ficam no meio do caminho das pessoas, que acabam tropeçando, e ainda podem ser usadas para ameaças”, atenta. “Com certeza, a obra vai mudar o setor da água para o vinho”.
O projeto executivo e o edital para a contratação de empresa responsável pela reforma da Quadra 6 estão sendo elaborados. Com investimento de R$ 1,5 milhão, a Praça do Povo, na Quadra 3, foi entregue à população totalmente reformada em setembro de 2021. Foram construídas novas calçadas, pista de skate e área para quiosques com acessibilidade, além da instalação de lâmpadas LED no local, que tem cerca de 2,8 mil metros quadrados.
Os contemplados têm até dois meses para realizar o resgate sem ter o benefício cancelado. Para saber se o nome está na relação e conhecer o local de retirada, acesse o site GDF Social
Os novos beneficiários do programa Prato Cheio têm até dois meses para retirar o cartão nas agências do Banco de Brasília (BRB) e utilizar o crédito. Fique atento: encerrado esse prazo, o cartão é inutilizado, a família perde o benefício e terá de passar por um novo atendimento socioassistencial. São dois meses a contar da data da disponibilização do cartão na agência bancária.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o Distrito Federal tem, atualmente, 4.299 pessoas contempladas pelo programa Prato Cheio que não estão utilizando o recurso porque não pegaram o cartão nas agências bancárias do BRB. São esses beneficiários que correm o risco de perder o direito.
“Não basta retirar o cartão, tem que fazer também desbloqueio nesse prazo de dois meses no caixa eletrônico da agência bancária ou pelo aplicativo do BRB. É importante o cidadão fazer a consulta no site GDF Social para saber se está entre os contemplados. Basta colocar nome e CPF”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “No site, ele também será informado sobre o local de retirada do Cartão Prato Cheio.”
O programa Prato Cheio concede crédito mensal de R$ 250 para as famílias do DF que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional. São nove parcelas. Atualmente, 84.955 famílias recebem o Cartão Prato Cheio.
A partir do momento em que é contemplada, a família recebe o crédito, que é cumulativo. Ou seja, se o cidadão recebe há dois meses e não utilizou o recurso, o crédito referente a esse período estará lá. Para receber o benefício, a família deve passar por atendimento socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
“Se a família perde o benefício, terá que fazer uma nova solicitação e entrar na fila de espera. Além disso, o recurso fica parado e deixa de dar suporte para outras pessoas que passam por um momento de dificuldade”, pondera a gestora.
Em dezembro, foram realizadas 27.047 novas inclusões no programa Prato Cheio. Dessas, 17.797 estão recebendo pela primeira vez o benefício. Os 9.250 beneficiários reincidentes já tinham cartão.
As inscrições podem ser realizadas entre os dias 17 de janeiro e 10 de março
Na última terça-feira (17), a Prefeitura de Novo Gama, por meio da Secretaria de Promoção Social, abriu as inscrições para o curso profissionalizante de Eletricista de Automóveis.
Para se inscrever, o interessado precisa ter 16 anos ou mais, Ensino Fundamental Completo e deve comparecer ao CRAS Lunabel, CRAS Pedregal ou CREAS Pedregal, com a cópia e original dos seguintes documentos:
As aulas serão ministradas no Senai Lunabel, de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino (07h30 às 11h30) e vespertino (13h30 às 17h30). A expectativa é que o curso inicie do dia 13 de março e finalize no dia 10 de maio.
A iniciativa é uma ótima oportunidade para a população de Novo Gama. O morador do bairro Tropical, Rosano da Cunha, é um exemplo de superação. Em meio às dificuldades decidiu agarrar a chance para se profissionalizar e, futuramente, abrir o próprio comércio.
“Estou fazendo o curso de mecânico de motos para eu ter a minha independência na mecânica e poder abrir uma oficina. O curso é muito bacana! Está tendo um desenvolvimento e uma integração muito boa e o professor ensina muito bem! É muito bom que a Prefeitura tenha essa visão para a área de cursos gratuitos”.
Com a trégua das chuvas, com o trabalho e empenho da atual gestão, o cronograma não é afetado e os serviços são executados com maior agilidade.
O Governo Municipal de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos autorizou no último dia 10 de janeiro, a ordem de serviço para o início das obras de infraestrutura do Consórcio Anhanguera.
O projeto visa a execução de drenagem, pavimentação e manutenção nas ruas do Setor de Chácaras Anhanguera A, B e C, em uma extensão de 6.988,06 metros, área de 25.276,60 m² de pavimentação de CBUQ e execução de meio-fio e sarjetas.
Com a trégua das chuvas, com o trabalho e empenho da atual gestão, o cronograma não é afetado e os serviços são executados com maior agilidade.
“É um marco histórico para toda a população. Estamos lançando o maior investimento desse bairro e resolvendo o problema de infraestrutura, traremos um bairro com moradia e casa com dignidade para todos”, comenta o prefeito Pábio Mossoró.
Nesta primeira etapa das obras, o trabalho tem acontecido nas ruas São Paulo e Tupi, em breve será expandido por todo Setor de Chácaras Anhanguera A,B e C.
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