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Bancada do DF se reúne e pede o retorno de Ibaneis

Parlamentares devem se reunir com o ministro da Justiça para buscar soluções

A convite do senador Izalci Lucas (PSDB/DF), a Bancada do DF no Congresso Nacional se reuniu nesta quinta-feira (02/02), para tratar sobre a crise que se instalou na capital do país, após as manifestações de 08 de janeiro, com o afastamento do governador Ibaneis Rocha e a intervenção na segurança pública.

Participaram do encontro, os deputados Alberto Fraga, Bia Kicis, Paulo Fernando, Reginaldo Veras, a senadora Leila Barros, o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar e o diretor-Geral da Polícia Civil do DF, Robson Cândido. A governadora em exercício foi representada pela sua assessoria.

Retorno de Ibaneis

A bancada decidiu que enviará uma nota, ainda hoje, solicitando o retorno do governador Ibaneis Rocha (MDB), afastado por uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e ratificada por nove dos 11 ministros.

“Ibaneis foi eleito em 1º turno e já deveria ter retornado. Não se pode afastar com uma canetada um governador escolhido pelo povo, a não ser que tenham provas contundentes. Já tem mais de um mês desse afastamento, inclusive já acabou a intervenção na segurança, então não tem sentido continuar assim”, afirmou Izalci.

Também devem instalar uma CPI no Senado para investigar os atos do dia 08 de janeiro, as possíveis falhas cometidas e os responsáveis.

Transferência do Marcola

Outro tema discutido na reunião foi a vinda do traficante Marcola para o Complexo Penitenciário de Segurança Máxima da Papuda, localizado no DF. Segundo Izalci, com a transferência do presidiário, há um receio de que ocorra o retorno da estruturação da célula brasiliense do Primeiro Comando da Capital (PCC) chefiado por Marcola.

“Na última transferência, entre 2019 e 2022, houve aumento de crimes violentos cometidos por traficantes ligados a Marcola, por exemplo. Não podemos permitir que isso aconteça aqui, pois compromete a segurança da capital do país, ainda mais com o déficit em pessoal que temos na segurança pública. Hoje, além dos salários defasados, temos apenas metade do contingente em atuação.

Nesse sentido, Izalci lembrou do Projeto de Lei 5387/20, de sua autoria, aprovado pelo Senado que possibilita o retorno de policiais da reserva para ativa de forma voluntária, com acréscimo salarial de 30% dos provimentos, entre outras determinações. A proposta que aguarda a aprovação na Câmara dos Deputados vai permitir de forma imediata um reforço de mais de 3 mil policiais nas ruas.

Guarda Nacional/ Fundo Constitucional

Outro assunto discutido foi a criação da Guarda Nacional que poderá reduzir os os recursos destinados ao DF por meio do Fundo Constitucional.

Segundo Izalci, a criação da Guarda Nacional, proposta pelo Governo Federal, pode subtrair o valor do Fundo Constitucional enviado ao DF, que financia a segurança pública, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar (CBM), além de parte da saúde e da educação. “Brasília já possui toda a estrutura necessária e não há necessidade de uma guarda nacional. Precisamos é valorizar os nossos profissionais da segurança pública”, afirmou.

A bancada ficou de marcar uma reunião com o Ministro da Justiça, Flávio Dino, para tratar de todas essas questões.

Senador Marcos do Val promete renunciar e acusa Bolsonaro por golpe

Pela redação do Conectado ao Poder



O Senador pelo Espírito Santo, Marcos do Val (Podemos-ES), afirmou que vai renunciar ao cargo e denuncia coação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por golpe de Estado, afirmando ter sofrido grande pressão de Bolsonaro para que se aliasse a ele.

Através de uma live em seu perfil no Instagram, o senador Marcos do Val fez uma declaração onde conta que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro tentou o coagir para que participasse de um golpe de Estado, mas que o Senador recusou e prometeu se afastar da política de uma vez por todas. Na live do Val afirma: “E vocês esperem, eu vou soltar uma bomba aqui pra vocês. Sexta-feira vai sair na VEJA a tentativa do Bolsonaro de me coagir, para que eu pudesse dar um golpe de Estado junto com ele”, afirmou. Ainda na live, o Senador continuou as denúncias: “Lógico que eu denunciei!”, comentou.

No Twitter, o Deputado Distrital Fábio Felix (PSOL) atualiza o caso e afirma que Bolsonaro havia planejado grampear o Ministro do STF Alexandre de Moraes, e disponibilizou prints da suposta conversa entre Daniel e do Val: “Os prints da conversa com o Daniel Silveira que o senador Marcos do Val repassou à Veja. Segundo as imagens,  o Palácio do Alvorada foi o palco da conspiração golpista em que Bolsonaro e Daniel Silveira teriam tentado convencer do Val a grampear Alexandre de Moraes”, usou como legenda da postagem.

Presidência, vice e relatoria da CPI dos Atos Antidemocráticos serão definidas nesta quinta-feira (2)

Articulações para escolha dos cargos-chave da investigação seguem entre os parlamentares | Foto: Carlos Gandra/CLDF

Os sete membros titulares e suplentes da Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar os atos antidemocráticos ocorridos em Brasília nos dias 12 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro passado foram publicados no Diário da Câmara Legislativa nesta quarta-feira (1°). A expectativa era instalar ainda hoje a CPI, com a eleição do presidente e vice, e a indicação da relatoria. Sem acordo, contudo, a definição dos nomes para esses cargos-chave deverá acontecer em reunião amanhã (2), a partir das 14h30, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital.

Conforme definido pelos blocos e partidos com representação na Casa, a comissão será integrada pelos seguintes distritais: 

Bloco “A Força da Família” (Agir, PP, Avante, Cidadania, PMN)

  • Jaqueline Silva (sem partido) – titular
  • Paula Belmonte (Cidadania) – suplente
  • Pastor Daniel de Castro (PP) – titular
  • Pepa (PP) – suplente
     

Bloco “União Democrática” (PSD, União, Republicanos)

  • Robério Negreiros (PSD) – titular
  • Martins Machado (Republicanos) – suplente
     

MDB 

  • Hermeto (MDB) – titular
  • Iolando (MDB) – suplente
     

PL

  • Joaquim Roriz Neto (PL) – titular 
  • Roosevelt Vilela (PL) – suplente

 
PT 

  • Chico Vigilante (PT) – titular
  • Gabriel Magno (PT) – suplente
    ​​​​​​​

PSOL/PSB 

  • Fábio Felix (PSOL) – titular
  • Dayse Amarilio (PSB) – suplente
     

Discursos inaugurais
 

Durante a primeira sessão ordinária da Casa, realizada nesta tarde, as investigações a serem realizadas pela CPI foram tema recorrente dos pronunciamentos. Os atos extremistas do último dia 8 foram condenados pela governadora em exercício, Celina Leão, ao proferir a tradicional mensagem inaugural do ano legislativo, no plenário da CLDF. “A direita do Brasil de bem não apoia atos de vandalismo e de depredação de prédios públicos. Não apoiamos isso, e respeitamos as pessoas que ganharam, democraticamente, as eleições do nosso País”, afirmou.

Para o deputado Chico Vigilante (PT), o que aconteceu no dia 8 de janeiro foi uma “barbárie”. “Tenho a honra de fazer parte da CPI. Vamos investigar com profundidade. Essa comissão precisa ir fundo, apontar os culpados, quem foram os financiadores”, disse. O distrital completou:  “Acharam que dariam um golpe com aquela destruição, mas a democracia não é feita de tijolo, paredes, vidros e poltronas. É feita da vontade de um povo que não aceita a barbárie e optou por um caminho democrático”. 

“Os atos do dia 8 não foram só de depredação, foram tentativa de golpe de Estado”, avaliou o deputado Fábio Felix (PSOL), que também integra a CPI.“Agora a sociedade vai cobrar transparência, isenção e coragem para fazer as investigações. Que mensagem queremos passar para a sociedade? A população, em geral, tem desconfiança sobre as CPIs. Então, temos o desafio de dar uma resposta à altura”, defendeu.

O vice-presidente da Casa, deputado Ricardo Vale (PT), seguiu na mesma linha: “É preciso investigar os responsáveis, para que isso nunca mais aconteça. A CPI precisa ser muito séria, não poupar ninguém”. O distrital disse, ainda, se preocupar com a proposta de criação de uma Guarda Nacional. “Nossas forças de segurança têm condições de proteger os nossos Poderes”, argumentou.

A deputada Paula Belmonte (Cidadania) também defendeu as forças de segurança pública do Distrito Federal: “Tivemos infelicidade no dia 8 de janeiro, mas nossa força de segurança é competente e merece todo o apoio da nossa população”. A distrital se declarou “totalmente contra qualquer tipo de incentivo para a criação de uma Guarda Nacional”.

Também na sessão desta tarde, o deputado Gabriel Magno (PT) anunciou ter apresentado um projeto de lei instituindo 8 de janeiro como o Dia de Defesa da Memória da Democracia. A data, segundo a proposta, passaria a integrar o Calendário Oficial do DF.

* Para acompanhar notícias da Câmara Legislativa em tempo real, siga o perfil da Casa no Twitter

Fonte: Câmara Legislativa-DF

Arthur Lira é reeleito presidente da Câmara com 464 votos

Também foram eleitos os demais integrantes da Mesa Diretora

Lira foi apoiado por um único bloco parlamentar reunindo 20 partidos | Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Com 464 votos, o atual presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi reconduzido para mais um mandato no biênio 2023-2024. Os deputados elegeram ainda os demais membros da Mesa Diretora: 1º e 2º vices, 1º a 4º secretários e quatro suplências.

Lira foi apoiado por um único bloco parlamentar reunindo 20 partidos, incluindo duas federações. Ele obteve a maior votação absoluta de um candidato à Presidência da Câmara, considerados os registros dos últimos 50 anos.

Em seu discurso de agradecimento, Lira afirmou que não há mais espaço no Brasil para aqueles que atentam contra os Poderes que simbolizam a democracia. “Esta Casa não acolherá, defenderá ou referendará nenhum ato, discurso ou manifestação que atente contra a democracia. Quem assim atuar terá a repulsa deste Parlamento, a rejeição do povo brasileiro e os rigores da lei. Para aqueles que depredaram, vandalizaram e envergonharam o povo brasileiro haverá o rigor da lei”, afirmou.

Outros candidatos
Na disputa pela Presidência da Câmara, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), lançado pela Federação Psol-Rede, obteve 21 votos; e o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) obteve 19 votos. Houve 5 votos em branco.

No total, foram registrados 509 votos.

Bloco parlamentar
O bloco parlamentar que apoiou Arthur Lira reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PCdoB e PV) e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Também integram o bloco: União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, Federação PSDB-Cidadania, Podemos, PSC, PDT, PSB, Avante, Solidariedade, Pros, Patriota e PTB.

Demais cargos
Para os demais cargos, foram eleitos os seguintes deputados:

– 1ª Vice-Presidência: Marcos Pereira (Republicanos-SP), com 458 votos. Houve 51 votos em branco;

– 1ª Secretaria: Luciano Bivar (União-PE), com 411 votos. Outros 98 votaram em branco;

– 2ª Secretaria: Maria do Rosário (PT-RS), com 371 votos. Houve 138 votos em branco;

– 3ª Secretaria: Júlio Cesar (PSD-PI), com 467 votos. Houve 42 em branco;

– 4ª Secretaria: Lucio Mosquini (MDB-RO), com 447 votos. Outros 62 votaram em branco.

Para a 2ª Vice-Presidência houve disputa entre dois candidatos: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi eleito com 385 votos. Luciano Vieira (PL-RJ), concorrente como candidato avulso, obteve 94 votos. Houve 30 em branco.

Na suplência ficaram os deputados:

– Gilberto Nascimento (PSC-SP), com 420 votos;

– Pompeo de Mattos (PDT-RS), com 398 votos;

– Beto Pereira (PSDB-MS), com 389 votos; e

– André Ferreira (PL-PE), com 382 votos;

Houve 447 votos em branco para suplentes.

Fonte: Câmara dos Deputados

Cabral tem prisão domiciliar revogada pelo TRF2 em um dos processos

Rio de Janeiro - O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral é levado preso na operação Lava Jato em viatura da Polícia Federal na sede na Praça Mauá (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Decisão não beneficia imediatamente ex-governador

Rio de Janeiro – O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral é levado preso na operação Lava Jato em viatura da Polícia Federal na sede na Praça Mauá (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral teve revogada a prisão domiciliar referente a um dos processos que enfrenta. A decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) foi proferida nesta quarta-feira (1º). Condenado à pena de 20 anos, 4 meses e 21 dias de reclusão em regime fechado pela Primeira Turma Especializada do TRF2 no processo da Operação Eficiência, em novembro, obteve a revogação da prisão preventiva em regime domiciliar então determinada pelo colegiado naquele processo.

A determinação, no entanto, não beneficia imediatamente a Cabral, que se encontra cumprindo prisão domiciliar por outra decisão do TRF2, referente ao processo da Operação Calicute, em tramitação na Primeira Seção Especializada.

Acompanhando por unanimidade o voto da relatora, desembargadora federal Simone Schreiber, a Primeira Turma Especializada considerou não persistirem hoje os motivos que justificavam a medida cautelar estabelecida na apelação. Os julgadores entenderam que houve excesso de prazo da custódia e que Cabral não oferece risco à ordem pública e à instrução do processo, que já está concluída. O entendimento se alinha com a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro, que determinou a revogação da prisão preventiva do ex-governador.

Nos termos da decisão, apesar de não permanecer preso, o ex-governador deverá usar tornozeleira eletrônica e não poderá se ausentar do país, devendo entregar seu passaporte ao juízo de primeiro grau, ao qual deverá ainda comparecer mensalmente.

A defesa de Cabral foi procurada para se manifestar sobre a decisão, mas ainda não se pronunciou.

Fonte: Agência Brasil

 

Celina Leão reforça importância da democracia na abertura da CLDF

Governadora em exercício convidou os distritais para uma reunião nesta sexta-feira (3) para tratar de temas importantes para a cidade

“Reescreve-se no DF uma nova política pautada na democracia, no respeito e na diversidade de posições ideológicas divergentes, mas não no campo da violência. Democracia é a convivência de pessoas que pensam diferente”, disse a governadora em exercício, destacando que o Governo Distrito Federal (GDF) tem condições de garantir a segurança de todos que visitam a cidade. Celina Leão propôs a realização de um pacto entre Legislativo e Executivo, em que o Palácio do Buriti seja um local de diálogo para deputados da base e da oposição. “Todos serão recebidos da mesma forma, com o mesmo carinho”, garantiu.

Em sua ida à CLDF, a governadora entregou aos deputados distritais um resumo dos trabalhos realizados pelo governador Ibaneis Rocha no seu primeiro mandato. “O desafio da população, que renovou o projeto do governador Ibaneis e o meu, é que a gente faça muito mais. E nós só faremos com o apoio de todos vocês”, disse a governadora em exercício, dirigindo-se ao plenário.

“Fica aqui o convite. Espero receber todos vocês lá (no Palácio do Buriti). Que possamos discutir os problemas da cidade. Estou convidando os secretários das áreas mais sensíveis. Que vocês possam ter a liberdade que nós, os 27 governadores, tivemos na reunião com o presidente da República, liberdade de visitar o presidente, mesmo quem não o apoiou na política” disse Celina, referindo-se ao convite feito aos distritais para uma reunião na sexta.

A governadora afirmou também que enviará à CLDF um relatório com as atividades desempenhadas pelo GDF durante o período de intervenção na segurança pública da capital. “A intervenção teve todo o suporte do governo”, destacou.

Também durante o discurso, Celina Leão destacou que, nos quatro anos do governo Ibaneis Rocha, a cidade avançou na realização de obras, com destaque para a construção de dez unidades básicas de saúde (UBSs) e de sete unidades de pronto atendimento (UPAs), além de avanços na assistência social, na regularização fundiária e na criação do plano de saúde dos servidores do GDF.

Fonte: Agência Brasília

Celina Leão reforça importância da democracia na abertura da CLDF

Governadora em exercício convidou os distritais para uma reunião nesta sexta-feira (3) para tratar de temas importantes para a cidade

A governadora em exercício durante a abertura dos trabalhos da Câmara Legislativa | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

“Reescreve-se no DF uma nova política pautada na democracia, no respeito e na diversidade de posições ideológicas divergentes, mas não no campo da violência. Democracia é a convivência de pessoas que pensam diferente”, disse a governadora em exercício, destacando que o Governo Distrito Federal (GDF) tem condições de garantir a segurança de todos que visitam a cidade. Celina Leão propôs a realização de um pacto entre Legislativo e Executivo, em que o Palácio do Buriti seja um local de diálogo para deputados da base e da oposição. “Todos serão recebidos da mesma forma, com o mesmo carinho”, garantiu.

Em sua ida à CLDF, a governadora entregou aos deputados distritais um resumo dos trabalhos realizados pelo governador Ibaneis Rocha no seu primeiro mandato. “O desafio da população, que renovou o projeto do governador Ibaneis e o meu, é que a gente faça muito mais. E nós só faremos com o apoio de todos vocês”, disse a governadora em exercício, dirigindo-se ao plenário.

“Fica aqui o convite. Espero receber todos vocês lá (no Palácio do Buriti). Que possamos discutir os problemas da cidade. Estou convidando os secretários das áreas mais sensíveis. Que vocês possam ter a liberdade que nós, os 27 governadores, tivemos na reunião com o presidente da República, liberdade de visitar o presidente, mesmo quem não o apoiou na política” disse Celina, referindo-se ao convite feito aos distritais para uma reunião na sexta.

A governadora afirmou também que enviará à CLDF um relatório com as atividades desempenhadas pelo GDF durante o período de intervenção na segurança pública da capital. “A intervenção teve todo o suporte do governo”, destacou.

Também durante o discurso, Celina Leão destacou que, nos quatro anos do governo Ibaneis Rocha, a cidade avançou na realização de obras, com destaque para a construção de dez unidades básicas de saúde (UBSs) e de sete unidades de pronto atendimento (UPAs), além de avanços na assistência social, na regularização fundiária e na criação do plano de saúde dos servidores do GDF.

Fonte: Agência Brasília

Prato Cheio libera mais de R$ 21,2 milhões em parcela de fevereiro

São 84.959 famílias vulneráveis beneficiadas, nesta quarta (1º), com o crédito de R$ 250 para compra de alimentos

Prato Cheio libera mais de R$ 21,2 milhões em parcela de fevereiro

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) liberou nesta quarta-feira (1º) a parcela deste mês do Cartão Prato Cheio. São 84.959 famílias em vulnerabilidade social beneficiadas com o crédito de R$ 250 para compra de alimentos. A folha de pagamento do mês de fevereiro ficou em R$ 21.239.750,00.

“Foi a forma que encontramos para manter e reforçar o auxílio às famílias que passavam por dificuldade e estavam em situação de insegurança alimentar e nutricional. Na época, eram entregues oito mil cestas básicas e, com o Cartão Prato Cheio, nós conseguimos beneficiar para mais de 30 mil famílias. Hoje, já são mais de 84 mil pessoas que recebem o benefício”Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social

O cartão não está habilitado para a função saque e só pode ser utilizado nos comércios de produtos alimentícios. O benefício é pago em nove parcelas.

“O Cartão Prato Cheio foi criado no auge da pandemia da covid-19, quando a crise aumentou a procura por benefícios sociais. Foi a forma que encontramos para manter e reforçar o auxílio às famílias que passavam por dificuldade e estavam em situação de insegurança alimentar e nutricional. Na época, eram entregues oito mil cestas básicas e, com o Cartão Prato Cheio, nós conseguimos beneficiar para mais de 30 mil famílias. Hoje, já são mais de 84 mil pessoas que recebem o benefício”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

Para solicitar o benefício, o cidadão tem que passar por atendimento socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Vale reforçar que o Cartão Prato Cheio não é um programa de transferência de renda. É um benefício para dar suporte às famílias vulneráveis em momento de dificuldade.

De acordo com a Sedes, ainda há cartões de novos beneficiários para serem retirados nas agências do Banco de Brasília (BRB). O prazo para retirada e desbloqueio do Cartão Prato Cheio é de dois meses a contar da disponibilização na agência bancária. Encerrado esse prazo, o cartão é inutilizado, a família perde o benefício e terá de passar por um novo atendimento socioassistencial para entrar no programa. Para saber se está entre os beneficiários, o cidadão deve acessar o site GDF Social.

Quem pode receber

Têm direito ao Cartão Prato Cheio os cidadãos que, com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa, se encontrem em situação de insegurança alimentar e sejam moradores do DF, com a devida inscrição no Cadastro Único ou no Sistema Integrado de Desenvolvimento da Sedes.

Têm prioridade para receber o benefício as famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos de idade, famílias que têm na composição familiar pessoas com deficiência ou idosas e pessoas em situação de rua, acompanhadas por equipes da assistência social e em processo de saída dessa condição.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

Projeto de Lei protocolado na Câmara Legislativa garante prioridade de matrícula de irmãos na mesma escola da rede pública do DF

O Projeto é de autoria do deputado Hermeto e visa facilitar a vida dos pais que têm mais de um filho com idade escolar

A educação sempre foi uma pauta muito defendida pelo deputado distrital Hermeto (MDB), que focou seus esforços em tornar as escolas públicas do Distrito Federal mais estruturadas e seguras. Desta vez o parlamentar protocolou um Projeto de Lei, ainda sem número, que “Garante o direito de prioridade de matrícula de irmãos na mesma unidade escolar da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal”.

“TODOS NÓS SABEMOS DAS DIFICULDADE DE MÃES E PAIS, QUE TÊM MAIS DE UM FILHO, PARA PODER LEVAR E BUSCAR NA ESCOLA, PENSANDO EM FACILITAR A VIDA DA FAMÍLIA E GARANTIR UMA MAIOR ASSIDUIDADE DOS ALUNOS PROTOCOLAMOS HOJE ESTE PROJETO”, AFIRMA O DEPUTADO DISTRITAL HERMETO.

De acordo com o Projeto, a garantia à prioridade de matrícula aplica-se, da mesma forma, aos estudantes que possuam os mesmos representantes legais, em razão da guarda, tutela, ou processo de adoção em andamento.

Ainda segundo o PL, caso a unidade escolar mais próxima da residência da família não disponha de turmas no mesmo nível educacional pretendido para os irmãos, fica assegurada a preferência de matrícula em unidades escolares com a menor distância possível entre elas.

Fonte: Ascom Hermeto

Na Assembleia, Caiado reafirma compromisso de “quebrar ciclo de pobreza” em Goiás

Caiado reforçou o desejo de firmar parcerias com os deputados estaduais eleitos para os próximos quatro anos

O governador Ronaldo Caiado (UB) reforçou o desejo de firmar parcerias com os deputados estaduais eleitos para os próximos quatro anos durante a sessão de posse, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

No discurso, o governador defendeu a democracia e disse que pretende quebrar o ciclo da pobreza. “Já ganhei e perdi eleições. Cada uma tem seu charme e desafio. Trato a urna como vossa excelência”.

Caiado ressaltou a convergência de poderes para a gestão uma renovação substantiva. “Aprendi e coloquei em prática que não se governa sozinho. Nenhuma decisão foi tomada sem a presença de Lissauer, Vecci, França. Os momentos mais críticos conseguimos superar”.

Ele lembra que os poderes renunciaram a parcela do duodécimo para repasse de verba. “Com isso conseguimos fazer obras, como essa da Alego”.

Alem disso, Caiado frisa a participação dos parlamentares para o progresso de Goiás. Votações mais difíceis eu as dividi com os deputados da base do governo. Com isso, as emendas impositivas foram cumpridas para atender as necessidades regionais.”

Fonte: Mais Goiás

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