Quem achou que o parlamentar iria abandonar sua região após ser reeleito, se enganou. Além de ampliar sua atuação para outras regiões administrativas, Hermeto vem dando continuidade ao trabalho que já havia começado na região onde mora.
O Núcleo Bandeirante está ganhando paradas de ônibus totalmente revitalizadas e a ideia do deputado é criar uma linha que faça o percurso direto e exclusivo até a Candangolândia, integrando ainda mais as duas comunidades.
A feira permanente é outro espaço público que também está sendo reformado para atender melhor moradores e comerciantes.
O setor de chácaras que já havia começado a fazer a pavimentação com bloquetes com emendas de Hermeto foi concluído.
As vias de acesso da quadra 7 do Park Way foram recapeadas a pedido do deputado e as quadras 15 e 17 ganharão novas calçadas.
Hermeto continua sendo o parlamentar que mais destinou recursos para a região.m
Reformou todas as escolas e espaços públicos de esporte e lazer do Núcleo e da Candangolândia e pelo jeito, pretende continuar fazendo a diferença por lá.
Governo planeja iniciar a construção de três hospitais, duas UPAs e cinco UBSs a partir de 2023
A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, em reunião da comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília
Está nos planos da Secretaria de Saúde iniciar a construção de três hospitais, duas unidades de pronto atendimento (UPAs) e cinco unidades básicas de saúde (UBSs) a partir do próximo ano. A medida visa, principalmente, fortalecer o atendimento de emergência e urgência na rede pública de saúde. A notícia foi dada pela titular da pasta, Lucilene Florêncio, durante os trabalhos da comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).
“Teremos 17 novas UBSs, cinco a curto prazo, além de cinco Caps, três hospitais, policlínicas. É um plano robusto, factível e real dentro do compromisso do nosso governador Ibaneis Rocha com a população e dos servidores em cuidar da população”, afirma Lucilene Florêncio.
Os hospitais são os três que compõem o plano de governo de Ibaneis Rocha: uma unidade no Guará, com 150 leitos e possível atendimento de clínica médica; um hospital em São Sebastião, com 100 leitos, clínica médica, emergência pediátrica e leitos de unidade de cuidado intermediário; e um terceiro hospital no Recanto das Emas, nos mesmos moldes do de São Sebastião.
As duas UPAs vão ser erguidas na Estrutural e no Guará, sendo que a unidade da Estrutural terá prioridade na construção. “Precisamos de UPAs nessas duas cidades, considerando que a Estrutural é uma população vulnerável e, no Guará, o hospital foi construído para uma população e demanda hoje de mais serviços”, complementa a secretária de Saúde.
Também foi definido onde o governo vai construir as primeiras cinco das 17 novas unidades básicas de saúde. São elas: Ponte Alta (Chácara 99-A, Colônia Agrícola Ponte Alta, Gama), Estrutural (Quadra 8, Conjunto 1, AE 1), Santa Maria (CL 109, lote D), Brazlândia (Área Especial E – Incra 8) e Brazlândia (Chapadinha, DF-435 km 6,5). No caso das UBSs, os projetos arquitetônicos estão prontos e agora o próximo passo é licitar as unidades.
Coordenação
A coordenação dos trabalhos da comissão de transição está dividida entre os secretários da Casa Civil, Gustavo Rocha; de Governo, José Humberto Pires; e de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior.
A área de saúde está a cargo de Gustavo Rocha, que complementa a fala de Lucilene Florêncio sobre os rumos que a segunda gestão vai tomar. “O que está acontecendo é o planejamento para o próximo mandato do governador Ibaneis Rocha, analisar o que foi feito na gestão que termina em dezembro e o que pode ser feito nos próximos quatro anos, verificar o que deu certo e verificar aquilo que precisa melhorar. Com base nessas informações, vamos implementar isso no próximo mandato”, pontua.
A comissão de transição foi instituída em 1º de novembro para trabalhar ações de governo para o mandato de 2023-2026 do governador Ibaneis Rocha.
Conceito adotado em 2019, a gestão compartilhada já é aplicada para mais de 15 mil alunos e conta com a participação de 140 militares atuando diretamente no projeto
Implantado em 2019 em quatro escolas piloto, hoje o conceito cívico-militar atende a mais de 15 mil alunos e tende a crescer porque é considerado um modelo eficiente | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília
Em 2019, o Distrito Federal passou a contar com um novo modelo educacional na rede pública de ensino: o projeto Escolas de Gestão Compartilhada (EGCs), em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e o Ministério da Educação. O modelo visa promover o desenvolvimento cívico nos colégios. Três anos após o início do projeto já são 15 escolas com o formato implementado e mais duas aprovadas para a execução, ainda a ser definida.
Mais de 15 mil alunos são atendidos pelo modelo. Do total de 17 colégios cívico-militares, 13 adotam a gestão compartilhada entre as secretarias do GDF de Educação e Segurança Pública, sendo seis com apoio da Polícia Militar e cinco com o Corpo de Bombeiros, totalizando um efetivo de 140 militares. As outras quatro são uma parceria com o Ministério da Educação, com a presença do efetivo das Forças Armadas. As corporações ficam responsáveis pela área disciplinar, além de atividades extracurriculares.
“Já colhemos os frutos. O fato de ter uma equipe que trabalha exclusivamente com a parte disciplinar faz com que a gente possa se dedicar mais à parte pedagógica”Toshiro Celestino Yamaguti, diretor pedagógico do CEF 19 de Taguatinga
O Centro de Ensino Fundamental 19 de Taguatinga, que conta com mais de 600 alunos do 6º ao 9º ano, é uma das escolas do projeto. Implementado em agosto de 2019, o modelo já muda a rotina do colégio. “Já colhemos os frutos. O fato de ter uma equipe que trabalha exclusivamente com a parte disciplinar faz com que a gente possa se dedicar mais à parte pedagógica”, classifica o diretor pedagógico do CEF 19 de Taguatinga, Toshiro Celestino Yamaguti.
O diretor conta que a mudança não se limita à área administrativa, professores e alunos também foram impactados positivamente pela transformação. “Para o estudante, o convívio interno melhorou bastante, porque aqui dentro não tem ocorrências de violência e brigas. A parte externa também se beneficiou, porque diminuiu a presença de elementos estranhos e assaltos nos arredores da escola”, conta. “Para o professor, temos a otimização do tempo em sala de aula. Os alunos se mantêm mais em sala de aula, porque a equipe ajuda a organizar a rotina interna”, completa.
No caso do CEF 19, a gestão é compartilhada com o efetivo do Corpo de Bombeiros. A corporação prefere indicar aos colégios militares que tenham formação ou afinidade com a área. Mesmo assim, todos são capacitados. Responsável pela direção disciplinar, o capitão José Augusto conta que a equipe dos bombeiros faz o acolhimento dos alunos, mantendo a organização, a disciplina e promovendo a formação cívica e de ordem básica, além de atender as famílias no caso de problemas disciplinares.
“É um desafio para nós. Aqui é igual ao Corpo de Bombeiros, todo dia é um incêndio para apagar. Mas a gente acaba se envolvendo. Chegamos militares e vamos sair educadores”, comenta. “A questão não é de doutrinação, é de organização. A educação é responsabilidade de todos, se a gente consegue facilitar o trabalho dos professores e desenvolver a vida dos alunos, então estamos fazendo nosso papel. Buscamos criar um ambiente tranquilo”, afirma.
Resultados
Quando começou em 2019, o projeto das Escolas de Gestão Compartilhada teve início em quatro escolas piloto. “Hoje já estamos na casa dos 17. Vem dando certo. O modelo cívico-militar é eficiente. Os números mostram isso”, afirma o subsecretário de Escolas de Gestão Compartilhada, coronel Ferro.
Os índices aos quais o coronel se refere passam desde a elevação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e o aumento no número de aprovados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) até a pesquisa de aprovação do modelo com a comunidade escolar. “As escolas onde o modelo foi implantado a evasão escolar despencou. A procura por vagas aumentou muito. Passamos a ter cadastro reserva para matrícula de novos alunos. O índice de reprovação caiu”, acrescenta.
“Nós tivemos um dificultador muito grande que foi a pandemia. Mas avaliando tudo tem sido muito positivo, uma vez que mais escolas têm nos procurado porque gostam do modelo. O professor consegue ter mais tempo em sala de aula, a escola se torna um ambiente mais tranquilo. A prova disso é o saldo da média dentro das escolas. A curva ascendente é um sinal claro”Wagner Santana, chefe da Assessoria Especial para as Políticas Públicas para as Escolas de Gestão Compartilhada da Secretaria de Educação
De acordo com o coronel Ferro, uma pesquisa aplicada pela subsecretaria apontou que 85% dos entrevistados, entre professores, servidores, alunos e pais, aprovam o modelo. Já 93% concordaram que a escola passou a ser um lugar melhor para estudar. “Acho que isso mostra que o modelo está cumprindo seu papel, a partir do momento que o Estado fica mais presente, não só pelo braço da educação, mas pelo da segurança”, diz.
Para o chefe da Assessoria Especial para as Políticas Públicas para as Escolas de Gestão Compartilhada da Secretaria de Educação, Wagner Santana, o modelo, que ainda está em fase de desenvolvimento, tem dado certo. “Nós tivemos um dificultador muito grande que foi a pandemia. Mas avaliando tudo tem sido muito positivo, uma vez que mais escolas têm nos procurado porque gostam do modelo. O professor consegue ter mais tempo em sala de aula, a escola se torna um ambiente mais tranquilo. A prova disso é o saldo da média dentro das escolas. A curva ascendente é um sinal claro”, afirma.
As primeiras escolas do modelo foram escolhidas levando em consideração as áreas de vulnerabilidade mapeadas pela Secretaria de Segurança Pública. No entanto, as mais recentes têm partido de uma demanda da comunidade escolar que solicita o modelo. Antes da implementação, é feita uma consulta pública em formato de votação com a participação de alunos, professores, servidores e pais.
As escolas de Brazlândia e Lago Norte, que tiveram a aprovação do modelo cívico-militar, neste ano são exemplos de colégios que solicitaram o formato. Devido ao período eleitoral, as escolas tiveram a execução paralisada. Mas a expectativa é de que até o próximo ano o formato já esteja em funcionamento.
Confira as escolas cívico-militares do DF
Secretarias de Educação e de Segurança Pública
– Centro Educacional 3 de Sobradinho – Centro Educacional 308 do Recanto das Emas – Centro Educacional 1 da Estrutural – Centro Educacional 7 da Ceilândia – Centro Educacional Condomínio Estância III de Planaltina – Centro Educacional 1 do Itapoã – Centro de Ensino Fundamental 19 de Taguatinga – Centro de Ensino Fundamental 1 do Núcleo Bandeirante – Centro de Ensino Fundamental 407 de Samambaia – Centro de Ensino Fundamental 1 do Riacho Fundo II – Centro de Ensino Fundamental 1 do Paranoá – Centro Educacional 2 de Brazlândia* – Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte (Celan)*
*Essas escolas ainda terão a implementação do projeto, que já foi aprovado pela comunidade escolar
Ministério da Educação e Forças Armadas
– Centro Educacional 416 de Santa Maria – Centro de Ensino Fundamental 5 do Gama – Centro de Ensino Fundamental 4 de Planaltina – Centro de Ensino Fundamental 507 de Samambaia
A população mundial ultrapassou 8 bilhões de habitantes, informou a Organização das Nações Unidas nesta terça-feira (15).
Segundo o secretário-geral da ONU, António Guterres, este é “um marco importante no desenvolvimento humano”, principalmente porque “esse crescimento sem precedentes” – em 1950 eram 2,5 bilhões de habitantes – “é resultado de um aumento gradual da longevidade graças aos progressos da saúde pública, nutrição, higiene e da medicina”.
No entanto, o diplomata lembra que o crescimento populacional representa grandes desafios para os países mais pobres. De acordo com Guterres, a menos que seja superada a lacuna entre os que têm e os que não têm recursos, o mundo está se preparando para um ser um lugar “cheio de tensões e desconfiança, crise e conflito”.
Conforme dados da ONU, a população global levou 12 anos para crescer de sete para oito bilhões, mas chegará a nove bilhões em cerca de 15 anos, em 2037.
A partir deste ano, mais da metade da população mundial viverá na Ásia, com a Índia e a China representando a maior parte dos habitantes no leste e sudeste da Ásia, onde se concentram 2,3 bilhões de pessoas.
O objetivo da modalidade é oferecer assistência domiciliar, por meio de equipes multiprofissionais
O Serviço de Atenção Domiciliar, realizado por meio do Programa Melhor em Casa, é composto por diversos profissionais da saúde, que realizam atendimento no domicílio de pessoas acamadas, dependentes de um cuidador e que necessitam de cuidados de saúde mais intensivos. A equipe busca conhecer a realidade do paciente e orientar o cuidador, com objetivo de promover qualidade de vida. Os atendimentos incluem exames, medicação, reabilitação, entre outros.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Júlio Campos, o munícipio de Novo Gama possui três formas de visitas atualmente: a visita da Estratégia Saúde Família – que é realizada pelo agente comunitário de saúde, pelo enfermeiro e técnico de enfermagem; a Atenção Domiciliar – com uma equipe composta por um médico, enfermeiro, psicólogo, assistente social, fonoaudiólogo, nutricionista, fisioterapeuta e técnico de enfermagem e, por último, a visita psiquiátrica – implementada recentemente pela secretaria.
“Temos muitos pacientes que são totalmente dependentes de medicamento, com dificuldade de se socializar até mesmo com a própria família, e para isso, adotamos a visita do psiquiatra na residência. Pelo CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), nós temos uma média de 3.500 pacientes, parte deles são atendidos na residência, pois possuem uma patologia mais severa e/ou dificuldade de locomoção”.
De acordo com o Ministério da Saúde, o programa Melhor em Casa está em 732 municípios brasileiros, com mais de 1,6 mil equipes multiprofissionais ativas e já alcançou mais de 28,9 milhões de procedimentos.
Com o atendimento domiciliar, evita-se hospitalizações desnecessárias e diminui o risco de infecções. A frequência das visitas é definida de acordo com a necessidade de cada paciente. Para que um paciente seja incluído no programa, é preciso realizar uma avaliação e possuir um encaminhamento médico.
Em dois anos, foram feitas 26 bilhões de transações pela ferramenta
Com dois anos de funcionamento, o Pix, meio de transferência monetária instantâneo, consolidou-se como o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros, informou a Ferderação Brasileira de Bancos (Febraban).
De 16 de novembro de 2020, data em que começou a funcionar no país, até o último dia 30 de setembro, foram 26 bilhões de operações feitas no sistema financeiro nacional, com os valores transacionados atingindo R$ 12,9 trilhões.
Levantamento feito pela Febraban com base em números do Banco Central mostra que, no primeiro mês de funcionamento, o Pix ultrapassou as transações feitas com DOC (documento de crédito). Em janeiro de 2021, superou as transações com TED (transferência eletrônica disponível). Em março do mesmo ano, passou na frente em número de transações feitas com boletos. Já no mês seguinte (maio), o Pix ultrapassou a soma de todos eles.
Quanto aos cartões, o Pix ultrapassou as operações de débito em janeiro deste ano e, em fevereiro, superou as transações com cartões de crédito, quando se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil.
Segundo o presidente da Febraban, Isaac Sidney, as transações feitas com o Pix continuam em ascensão e mostram a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. “Nos últimos 12 meses, registramos aumento de 94% das operações com a ferramenta.”
Quando analisados os valores transacionados, o levantamento mostra que, no último mês de setembro, o Pix atingiu R$ 1,02 trilhão, com tíquete médio R$ 444, enquanto a TED, que somou R$ R$ 3,4 trilhões, teve tíquete médio de R$ 40,6 mil.
“Os números mostram que a população está usando o Pix como meio de pagamento de menor valor, como por exemplo, em transações com profissionais autônomos, e também para compras do dia a dia, que seriam feitas com notas, como foi previsto à época do lançamento da ferramenta”, disse o diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban, Leandro Vilain.
De acordo com Vilain, isso faz com que o número de transações aumente em ritmo acelerado, trazendo maior conveniência para os clientes, que não precisam mais transportar cédulas para pequenas transações.
Ainda conforme o levantamento, as estatísticas de setembro mostram que quase metade dos usuários do Pix está na Região Sudeste (43%), seguida do Nordeste (26%), Sul (12%), Norte (10%) e Centro Oeste (9%). Quanto aos usuários, 64% têm entre 20 e 39 anos.
Desde o lançamento do Pix, já são 523,2 milhões de chaves cadastradas no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais do Banco Central. As chaves aleatórias somam 213,9 milhões, seguidas das chaves por CPF (114,2 milhões), celular (108,3 milhões), e-mail (77,5 milhões). Até outubro, 141,4 milhões de brasileiros já tinham usado o Pix em seus pagamentos.
Segurança
A Febraban e os bancos associados investem cerca de R$ 3 bilhões por ano em cibersegurança para aprimorar e tornar mais seguras as transações financeiras do usuário.
A federação participa do Fórum Pix, promovido pelo Banco Central, e contribui com sugestões para aprimorar ainda mais a segurança desse meio de pagamento. A entidade diz que acompanha todas as regulamentações do mercado e que, em caso de alterações, se empenhará para implementá-las dentro do prazo estabelecido pelo órgão regulador.
O Pix é uma ferramenta segura e todas as transações ocorrem por meio de mensagens assinadas digitalmente e que trafegam de forma criptografada, em uma rede protegida. Os bancos associados também contam com o que há de mais moderno em termos de segurança cibernética e prevenção de fraudes, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Segundo a Febraban, tais processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos.
Em conversa com o jornalista Sandro Gianelli, durante o Podcast Conectado ao Poder, na Rádio Federal, os consultores políticos Rairon Murada e Randerson Cirqueira falaram da força que Bolsonaro saiu das eleições, mesmo tendo perdido, além de analisarem as condutas nos debates presidenciais.
“Apesar de Bolsonaro ter perdido a eleição, ele sai muito grande, pois consegue fazer uma bancada com discurso ideológico, sem se pautar em outra coisa, são discursos sobre aborto e ideologia de gênero, por exemplo. Efetivamente, para se conseguir um mandato talvez seja necessário bem mais do que isso e eles conseguem só com isso. Eles conseguem agregar a nova era digital do voto”, comentou Rairon.
Gianelli concorda que é feito algo bem ideológico e logo questiona sobre a abordagem feita. “É 100% ideológico, com coragem de meter a cara nas redes sociais, mas essa nova era digital do voto não é vazia? Porque nos debates nada foi debatido, qual valor teve? Ninguém debatu economia, que era o tema focal”, refletiu.
Randerson diz que foram debates “vazios de entrega, sem nada propositivo, não teve conteúdo”. O modelo de debate, para Rairon Murada, atrapalhou a dinâmica. “Eu acho que o próprio modelo de debate foi muito ruim, porque antes havia sorteio e falavam sobre o tema, mas quando fica aberto, foge muito. 2h de debate e não aparece uma proposta que seja válida”, disse.
“Se eu não tivesse meu voto decidido, não teria como decidir com base no debate”, afirma Randerson.
O foco do debate foi alterado, de acordo com Sandro Gianelli. “Eles precisavam se comunicar com quem se absteve, mas não aconteceu isso, prevaleceu o antipetismo, então as pessoas iam na onda de rejeitar Lula ou rejeitar Bolsonaro, sem algo propositivo e muitos votaram nulo e branco”, mencionou.
Homicídios diminuíram em 20% em todo o Brasil, de acordo com o especialista
Major Siqueira, comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar, foi entrevistado pelo jornalista Sandro Gianelli, no programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, e falou sobre a sensação de segurança no Brasil, com a participação do presidente Bolsonaro. O Conectado ao Poder vai ao ar toda quarta-feira, às 23h, na TV Cultura, canal 5.1.
Gianelli destacou seu olhar para a segurança em 2018. “Eu me lembro muito bem que nas eleições de 2018 nós vivíamos um momento de sensação de insegurança muito grande no Brasil todo, com a impressão de que estava tudo dando errado no comando da segurança pública do nosso país, tanto que isso projetou muito para a vitória do presidente Bolsonaro naquele momento, com as pessoas se referindo a ele como Mito, Capitão. Naquele momento, muitos entenderam que ele seria a pessoa capaz de resolver o problema de segurança pública”, refletiu.
O policial militar abordou a questão com números que apontam melhora na segurança. “Os números de homicídios diminuíram em torno de 20% no Brasil todo. Acredito que esse modelo do presidente ter uma maior ligação com os órgãos de segurança pública ajudou. Nós tivemos secretário de Segurança Nacional da PM, então Bolsonaro dá um olhar de segurança do que ele está acostumado, a segurança do dia a dia. Quando você tem alguém que valoriza e auxilia, a condução melhora”, comenta.
Major Siqueira afirma sobre a participação fundamental da PM para avanços. “Alguns especialistas comentam que 90% da segurança pública vem da PM, que é chão de fábrica. É a PM que está em todos os municípios”, disse.
Presidente Paulo Henrique Costa pontua sobre a rentabilidade atingida
Para que o Banco de Brasília (BRB) conseguisse se posicionar como uma instituição respeitada houve um planejamento bem detalhado. “Desde o início, nós estabelecemos que resultados econômicos financeiros eram chave para o nosso negócio, então, até por ser um banco público, nós tínhamos o dever de alcançar um nível de rentabilidade equivalente ao mercado, mostrando eficiência e responsabilidade com os recursos públicos”, explicou o presidente do banco, Paulo Henrique Costa.
A rentabilização criada passou por diversos meios, em especial no que diz respeito à seriedade. “Nós fizemos o fortalecimento da governança, então lançamos programa de integridade, um novo código de ética, um novo código de conduta, para que não só as nossas pessoas, mas também os nossos clientes e a sociedade, entendessem como o BRB queria trabalhar e quais eram as regras do jogo”, disse.
O trabalho desenvolvido foi essencial para grandes resultados. “Todo esse processo foi fundamental para dar lastro a esse crescimento e até para lidar com as restrições que muitas vezes uma empresa pública tem. Desde o estabelecimento de clareza do propósito até o compromisso de cada empregado, além do fato de a gente encontrar clientes que sempre estiveram de portas abertas para o BRB, foram chave para o crescimento, com todos os números que estão no mercado”, ressaltou o presidente.
Paulo enfatiza uma conquista. “Ranking das maiores empresas do país mostra que o BRB, no ano de 2021, foi o segundo mais rentável entre os 100 maiores do país”, destacou.
Major Siqueira comanda o 25º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal
Entrevistado no programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, pelo jornalista Sandro Gianelli, o comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Major Siqueira, falou sobre as ações de policiamento realizadas no Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia, área de cobertura do Batalhão. O Conectado ao Poder vai ao ar toda quarta-feira, às 23h, na TV Cultura, canal 5.1.
Gianelli perguntou sobre o Park Way. “É uma área geograficamente complicada para fazer policiamento, né?”“É grande. São 78 mil km², que você pega do aeroporto até o Catetinho, dos dois lados. Com a viatura, rodando a 60km/h, é uma demora de 1h23min para fazer o percurso todo.”, disse Major Siqueira.
O especialista em segurança pública destacou a estrutura da região, que contribui para a segurança. “É um design de cidade que, para quem mora, é muito seguro, porque são condomínios pequenos, cercados, onde a maioria dos moradores se conhece, então conseguem fazer uma rede de segurança, controlando quem entra e quem sai”, pontuou. O Major falou sobre o ideal para maior tranquilidade.
“A nossa sugestão dentro de uma prevenção criminal é que os ambientes dos condomínios sejam abertos, sem muros altos, para ter a capacidade de ver e ser visto, com reconhecimento do carro de quem entra e quem sai. A nossa dica é a análise do ambiente, para torná-lo mais translucido”, salientou.
Sandro Gianelli reforçou aspectos que se tornam complicados para maior criminalidade. “É uma comunidade que tem condomínios fechados, com vigilância, porteiro e câmeras, então é mais complicado para o criminoso agir”, comentou. “Desse modo, aumenta a dificuldade do criminoso adentrar o condomínio”, afirmou Major Siqueira.
“O Núcleo Bandeirante e Candangolândia têm aspectos bem diferentes, né?”, perguntou Gianelli. “São cidades muito próximas da questão de segurança. Candangolândia tem poucas entradas e poucas saídas, então para realizarmos o patrulhamento é mais simples, já o Núcleo Bandeirante tem muitas entradas e saídas, cidade apertada, com comércio misturado com área residencial. A gente realizou pesquisa e vimos que a maioria dos moradores da Candangolândia moram e trabalham por lá, então não tem muita movimentação pendular, no Núcleo Bandeirante é maior essa movimentação, mas são duas cidades tranquilas”, explicou o especialista.
Sandro mencionou equipamentos da Candangolândia. “Se eu não estiver enganado, a Candangolândia tem bastante iluminação em LED e câmeras de videomonitoramento.” O PM mostra como essas câmeras auxiliam. “As câmeras ajudam muito, porque o indivíduo sabe que se ele ou placa do carro for filmada, gera uma fácil identificação. O futuro é esse, pois tem fácil capacidade de reconhecimento”, falou.
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