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“Todo candidato deveria ser obrigado a entregar um currículo”, defende Todi Moreno

Da redação do Conectado ao Poder

O jornalista, apresentador e candidato a deputado distrital Todi Moreno (Republicanos) foi entrevistado no programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, pelo jornalista Sandro Gianelli, e lembrou de sua primeira eleição, disse qual é o fator mais interessante de estar dentro da política, falou sobre as suas experiências na TV, no rádio, além de mostrar quais serão suas defesas se for eleito para a CLDF e recordar um projeto dentro da Secretaria de Justiça. 

Quando foi a sua primeira eleição?

Foi em 2010 para deputado federal, que eu tive 5.500 votos, mas eu fui para ajudar o grupo, porque eu não tinha interesse e acabei sendo suplente.

Aonde você focou a campanha de 2018?

Em 2018, eu parei a campanha na metade, mas eu foquei muito em Taguatinga e Ceilândia, que é de onde vem a maioria dos meus votos.

Para você, qual é o mais interessante da política?

O legal é você caminhar pelas cidades e as pessoas te reconhecerem por trabalhos feitos anteriormente. Se eu não tivesse o meu passado de líder estudantil, de rádio e TV, eu não viria como candidato, porque eu não teria coragem. Eu me considero uma figura de Brasília e reconheço o carinho, o respeito e a credibilidade que as pessoas me dão e eu preciso transformar isso em voto para as pessoas entenderem que eu estou pronto para ser deputado distrital, porque eu tenho entregado meu currículo nas ruas. Todo candidato deveria ser obrigado a entregar um currículo, porque é uma vaga de emprego, que quem contrata é o povo, então eu tenho certeza que quem me contratar para ser candidato a deputado distrital não vai me demitir, porque a minha entrega é 100%.

Quanto tempo você ficou na TV?

Eu entrei na Record em 2000 e fiquei até 2007, direto, sem sair do ar, todos os sábados, às 12h30. Logo em seguida, eu fechei com a Band, onde eu continuei mais três anos e depois eu entrei na política, mas segui com o programa Acesso Livre, na TV Brasília, que fiquei dois anos. Foram 12 anos de televisão. No entanto, recentemente, eu fiz participação na Record no quadro Saindo do Sufoco.

Como é esse quadro?

Você vê muita gente com conta atrasada de energia, de água, de luz, sem alimentação na geladeira, tinham geladeiras que a gente abria, que tinha um ovo para repartir para três membros da família e a gente comprava as coisas e dava, a realidade é dura. Com o processo político, a gente preferiu recuar para não parecer um programa político, porque o intuito não era esse e sim ajudar mesmo as pessoas, mas depois das eleições vai voltar de qualquer forma, ele não pode parar. O Saindo do Sufoco me marcou muito, porque eu ia na realidade e me sensibilizava, então essa fase na televisão foi muito importante.

E os trabalhos na rádio?

Fiquei exclusivamente na Rádio Atividade FM por 10 anos. Em todos os lugares que eu passo, as pessoas falam que me conhecem de lá.

Se eleito, quais serão as suas três principais defesas?

Criança, mulher e consumidor. Criança é em relação à proteção contra o abuso sexual de criança e adolescente, mas também o lazer para a criança, por conta da rotina de ir e vir para casa ser chata. Sobre a mulher, é na questão dela ser depressiva ou estar com um problema de violência doméstica e precisar ser capacitada para acabar com a sua independência financeira. Quanto ao consumidor, é porque não falamos só da relação de consumo, mas também da frustração, como a não entrega de apartamento ou móveis planejados. Além disso, uma outra bandeira é investir no esporte, porque o atleta envelhece e não tem outra capacitação, então a gente deve dizer que ele vai praticar o esporte, mas precisa ter uma outra profissão para ser empreendedor, por exemplo, para não ficar parado, então o esporte deve ser acompanhado com responsabilidade.

Qual a importância de se conhecer os direitos do consumidor?

Quando a pessoa conhece os direitos do consumidor, ela não é passada para trás de forma alguma, então quem usa do Código de Defesa do Consumidor, consegue muitas coisas.

Você tem ideia para a ressocialização de presos?

Eu penso que temos que colocar o preso para trabalhar e estudar. Por exemplo, se o preso plantar, a alimentação vai chegar no filho dele, no filho da vítima e na criança que está na escola.

Como subsecretário de Direitos Humanos da Secretaria de Justiça, foi possível implementar programas nesse sentido?

Lá nós lançamos o projeto Liberdade. Direto eu estou em um restaurante ou barzinho e chega um cara e fala do projeto, que aprendeu no regime semiaberto a ser garçom.

Confira a entrevista:

“Trouxemos todos os empresários para dentro do nosso governo”, afirma Ibaneis

Em sabatina da Fecomércio, candidato à reeleição falou de medidas que levaram o DF a crescer e a reduzir o desemprego

Um governo parceiro dos empresários e da população. Assim definiu o governador Ibaneis Rocha (MDB) ao falar de sua gestão na sabatina promovida pela Fecomércio nesta sexta-feira (16). Ibaneis se comprometeu a continuar reduzindo impostos em um segundo mandato e atrair mais empresas para o Distrito Federal.

Ibaneis lembrou da redução do desemprego na capital, mesmo diante da pandemia, diminuindo de mais de 300 mil desempregados para 250 mil desempregados em seu governo.

“Trouxemos para dentro do governo todos os empresários do DF para discutir todos os encaminhamentos, mesmo os mais duros. Todas as decisões foram discutidas, e não existe pegadinha nesse governo em relação aos empresários”, disse o governador.

Ibaneis falou da redução de tributos com programas como o Pró-Economia e o Pró-Economia II, e que o DF evitou a perda de empresas para outros estados ao equalizar a questão fiscal. “Ao longo do nosso mandato fizemos a política de desfazer esse mar de maldades com as empresas do DF. Todas as medidas adotadas no GDF foram mantidas pelo judiciário, prova da nossa responsabilidade fiscal”, acrescentou.

O chefe do Executivo lembrou que sua gestão assinou duas revisões da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e encaminhará uma nova revisão ainda no primeiro semestre de 2023.

Outros temas abordados foram a reforma das feiras, a força do turismo no DF e a discussão de ampliação da ocupação do Setor Comercial Sul para uso misto.

Hermeto pretende transformar parques abandonados no Distrito Federal em Escolas Parques da Natureza

Nos moldes do que fez no Núcleo Bandeirante, Hermeto pretende oferecer aos alunos de todas as regiões atividades extracurriculares de qualidade em locais abertos

Uma das maiores realizações que o deputado Distrital Hermeto fez durante seu primeiro mandato foi transformar o Sesi do Núcleo Bandeirante, um clube mal utilizado e sem manutenção, na Escola Parque da Natureza e Esporte. O clube que era conhecido por ser um local de festas desordenadas e ser abandonado pelo poder público foi transformado em uma escola que atende a mais de 5 mil alunos da zonal 10, que inclui o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia e o Riacho Fundo.

De acordo com os últimos dados do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), existem 72 parques que se encontram mal utilizados e sem manutenção no DF. A proposta de Hermeto e levar para cada um deles o Projeto da Escola parque da Natureza.

“A ESCOLA PARQUE DO NÚCLEO BANDEIRANTE FOI UMA GRANDE REALIZAÇÃO PARA MIM. PODER TRANSFORMAR A REALIDADE ESCOLAR DE TANTOS JOVENS É MARAVILHOSO. E É COM MUITO ORGULHO QUE QUERO LEVAR ESTE PROJETO LINDO PARA TODAS AS REGIÕES DO DF”, AFIRMA HERMETO.

Fonte: Ascom Hermeto

Escola Municipal Lago Azul professora Vanessa Rabelo Oliveira será reinaugurada na próxima quinta-feira (22)

Entre os serviços executados estão a reforma geral da unidade e a ampliação de quatro salas de aula

A Prefeitura de Novo Gama, juntamente com as secretarias municipais, convida a comunidade para a reinauguração da Escola Municipal Lago Azul, na próxima quinta-feira (22). A reforma conta com troca de telhado e piso, substituição de portas e janelas e ampliação de quatro salas de aula. Com recurso do próprio município, o valor final investido foi de 982.643,51 reais.

Para Dormenia Ramos, moradora do bairro Lago Azul, a reforma vai trazer mais conforto e qualidade de ensino para os alunos do local. “Vai ser ótimo, não só pra os alunos, mas também para os profissionais que prestam serviços na unidade. Na infância, costumava escutar que a escola é a nossa segunda casa, então que seja uma casa confortável. Está tudo lindo!”.

O Prefeito, Carlinhos do Mangão, explica que a reforma era uma demanda antiga da comunidade, e convida a todos a comparecerem à inauguração. “Eu tenho um compromisso com a população e, o que depender de mim, farei de tudo para mantê-lo. Estou muito feliz com a entrega de mais uma reforma, e gostaria de convidar a população para estar conosco no dia da inauguração. Juntos avançaremos por uma cidade melhor!”.

Importante relembrar que, na última segunda-feira (12), foi sancionado um projeto de lei, que altera o nome da Escola Municipal Lago Azul para Escola Municipal Lago Azul Professora Vanessa Rabelo Oliveira. A sugestão foi feita pelo Secretário de Educação, Leozenito Freitas, pela diretora da escola, Margarida Almeida, e realizada pelo vereador, Júlio César.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Samantha Meyer se compromete a destinar 50% das emendas para melhorias na saúde e 50% para melhorias na educação

Da redação do Conectado ao Poder

A advogada e candidata a deputada federal Samantha Meyer (PP) foi entrevistada no programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, pelo jornalista Sandro Gianelli, e falou sobre seu lado profissional, comentou que essa é a sua primeira eleição, mencionou suas defesas, reforçou seus compromissos com a saúde e educação, disse como deve ser sua voz na Câmara Federal e pontuou como está a relação dos três poderes hoje.

Qual é a sua caminhada profissional?

Eu sou advogada, professora há mais de 20 anos, já trabalhei como assessora jurídica na Câmara dos Deputados, fui chefe de gabinete no Superior Tribunal Militar (STM), também fui a primeira mulher conselheira da Itaipu Binacional e, academicamente, eu sou mestre, doutora e pós-doutora em direito constitucional, que é a área do direito que mais trata de política e agora estou como candidata.

Essa será sua primeira eleição?

Sim, a primeira.

Quais são as suas principais bandeiras de defesa?

Educação, saúde, abrir mão de todos os privilégios que um parlamentar tem, porque eu acho que são excessivos. Não tem sentido eu ser eleita deputada federal por Brasília e ter auxílio moradia e passagem aérea, isso é um contrassenso, então eu tenho que abrir mão desses privilégios, como aposentadoria parlamentar, verba indenizatória, porque isso tem que ser investido onde precisa, que é educação, saúde, moradia. Além disso, me comprometo a não votar nenhum Projeto de Lei que significa aumento de impostos, a gente tem que votar para uma reforma tributária, porque o nosso sistema tributário é muito complexo e  a gente tem que deixar isso desburocratizar e reformar para que pague imposto, mas que o imposto vá efetivamente para a prestação do serviço público.

Qual é a grande dificuldade que temos para realizar uma reforma tributária?

Falta força de vontade política e talvez não seja tão fácil a gente aprovar uma reforma muito grande e, com isso, talvez a gente tenha que fazer pequenas reformas, para que a gente consiga mudar o sistema tributário todo, para torná-lo mais eficiente.

Ao seu ver, a saúde do Brasil tem como melhorar?

Eu acho que sim. O nosso Sistema Único de Saúde (SUS) é um sistema que, claro, tem muitas deficiências, mas que funcionou muito bem na questão da vacinação, no entanto a saúde está deficitária em muitos aspectos.

Quais são seus compromissos com foco na saúde?

Eu me comprometo a pegar 50% das emendas obrigatórias que um parlamentar tem direito e destinar justamente para reformas e melhorias dos hospitais. Um outro aspecto que eu assumo, é pegar o Projeto de Lei de autoria do senador Reguffe, que tem a ver com a ação fiscalizatória de um parlamentar, que ele obriga que os hospitais publiquem a ordem das cirurgias eletivas, com número do registro dos pacientes, para que a gente possa saber, por exemplo, em que lugar eu estou na fila. É questão de transparência. Esse Projeto já foi aprovado no Senado, mas está travado na Câmara.

Você defende que médicos formados em universidades públicas atuem por tempo determinado na rede pública?

Eu acho isso extremamente importante. Eu acho que a gente poderia colocar que aqueles alunos que se formaram em uma universidade pública, ou seja, que o Estado investiu na educação deles, que eles ficassem pelo menos dois anos trabalhando meio período na rede pública. A gente também precisa ter mais faculdades de medicina aqui no DF, porque é muito importante a gente ter os hospitais-escolas, em que os internos fiquem trabalhando para o bem da população, porque assim eles aprendem e há uma melhora no sistema de saúde.

No meio educacional, como podemos resolver os problemas?

Nós temos que investir na educação de ensino fundamental e médio, porque aí sim a gente dá igualdade de condições para todos e, além disso, investir na creche e pré-escola, porque o desenvolvimento da inteligência de uma criança se dá de 0 a 4 anos. Temos que investir no ensino fundamental integral. A escola tem que fazer parte da família e sociedade, porque a gente dando um ensino fundamental e médio de qualidade, a gente dá igualdade de oportunidade para todos chegarem na universidade.

Você tem ideias para melhorar a educação?

Eu me comprometo a pegar 50% das minhas emendas obrigatórias e destinar a construção de creches e pré-escolas, com período integral e também com horário estendido de 7h às 20h, porque facilita o trabalho das mães

Independentemente de governo, como você pode manter uma representação voltada para o DF lá dentro da Câmara Federal?

A gente tem que fazer uma distinção entre Estado e governo. Se eu sou representante do DF, eu não estou representando o governo, eu estou representando o DF e eu tenho que aprovar os Projetos de Lei que sejam bons para a população do DF e como deputada federal, o meu compromisso é com o eleitor, eu vou ler o Projeto e se ele for bom para a população, eu tenho que aprovar e se for ruim, eu tenho que rejeitar, porque nós somos representantes dos Estados e não do governo.

Como é vista a relação dos três poderes?

A Constituição, quando faz a tripartição dos poderes, também coloca um sistema de freios e contrapesos, para que nenhum poder cresça mais que o outro, então, por exemplo: o ministro do Supremo tem que ser indicado pelo presidente da república e sabatinado no Senado Federal, então dois poderes participam na indicação do terceiro e isso é feito ao longo de toda a formação dos três poderes, mas eu acho que hoje o Poder Executivo pode pouco, porque, na verdade, estamos em um Estado de direito, que significa que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei e quem faz as leis? É o Congresso Nacional, os senadores e deputados federais e nenhum presidente consegue governar se não tiver uma base forte no Congresso Nacional. O poder mais forte politicamente dentro da Constituição é o Legislativo, porque ele acaba tendo maior legitimidade, todos que estão lá dentro foram eleitos pelo povo

Como você avalia a narrativa de que o Judiciário está se metendo nos outros poderes?

Juridicamente isso tem realmente acontecido, mas eu não diria que seria o Poder Judiciário, mas sim o Supremo Tribunal Federal (STF) e isso acaba acontecendo porque existe um ativismo judicial, ou seja, o STF acaba adentrando em matérias que competem ao Legislativo e ao Executivo e, com isso, cabe ao Legislativo e ao Executivo tomarem as medidas necessárias. Por exemplo, o Congresso Nacional pode editar um decreto Legislativo que suspenda qualquer ato de qualquer poder que extrapole sua função, então se o Congresso entender que uma das decisões do Supremo foi além, ele tem esse mecanismo, que nunca foi usado, mas a Constituição traz todos os mecanismos para que um poder não cresça sobre o outro.

Confira a entrevista:

Distrito Federal ganha 800 novas paradas de ônibus na gestão Ibaneis

Desde 2019, foram investidos R$ 8 milhões nessas estruturas que melhoram o conforto dos usuários do sistema de transporte público

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai chegar ao final do ano com 793 abrigos instalados em pontos de parada de ônibus. Para tanto, foram investidos R$ 8 milhões na construção de abrigos de concreto, que se espalharam por 31 regiões administrativas. Essa conta não inclui as paradas de ônibus feitas de metal e vidro, construídas por empresas privadas para a exploração de peças publicitárias.

As paradas de ônibus protegem os usuários da exposição ao sol e à chuva, além de dar o mínimo de conforto a quem aguarda a chegada do coletivo. A substituição das estruturas antigas e danificadas por novas faz parte de um trabalho da Secretaria de Transporte e Mobilidade. Até agosto de 2022 foram instalados 764 abrigos de ônibus, e mais 29 devem ser entregues até dezembro.

“É importante que os usuários de ônibus tenham as melhores condições de espera pelo transporte, por isso temos feito essa renovação. Também pensamos em locais onde não há espaço suficiente para a instalação dos abrigos de concreto do tamanho padrão, e estamos com um projeto para construção de estruturas menores”, destaca o governador Ibaneis Rocha.  

Com 108 abrigos instalados ou a serem instalados entre 2019 e 2022, Samambaia é a região administrativa com mais pontos implantados na gestão Ibaneis Rocha.

Sete em 10 eleitores ainda não definiram voto para deputado, diz Datafolha

Pesquisa mostra pouca fidelidade do eleitor a coligação de candidaturas majoritárias

Sete entre cada dez eleitores brasileiros não definiram ainda em quem irão votar para deputado federal e estadual no pleito que ocorre daqui a pouco mais de duas semanas, em 2 de outubro.

Segundo pesquisa do Datafolha, 69% não escolheram o nome para a Câmara dos Deputados. Neste ano, segundo os dados mais recentes e que pode não incluir eventuais desistências ou impugnações, há 10.603 candidatos e candidatas em todo país às 513 vagas da Casa.

A indecisão é maior entre os mais jovens (estrato de 16 a 24 anos, 77%), moradores da região Sul (75%) e menos instruídos (74%). Também estão em jogo 27 cadeiras do Senado, cuja preferência não foi objeto deste levantamento do instituto.

No nível estadual, há 16.735 postulantes para as 1.035 cadeiras em Assembleias Legislativas, além de 610 nomes buscando 1 das 24 vagas da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O grau de indecisão segue o federal: 70% dizem não ter feito uma escolha.

A pesquisa mostra um grau ainda incipiente de correlação feita pelo eleitor entre seu voto nos pleitos majoritários e a escolha para o proporcional.

Entre os 31% que disseram ter nome para federal, apenas 14% dizem que vão votar em um candidato do mesmo partido de seu escolhido para a Presidência. Nesta mesma pesquisa, 78% haviam dito que já definiram seu nome para o Planalto. Outros 9% apontaram candidatos de partidos diferentes do da coligação majoritária, e 7% não souberam responder.

A situação reflete a posição dos eleitores dos candidatos mais bem colocados na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 45% de intenções) e Jair Bolsonaro (PL, 33%). Dos eleitores do petista, 17% dizem votar em postulantes à Câmara de sua coligação, enquanto 8% escolheram nomes diferentes. Os índices são os mesmos entre quem apoia o presidente: 17% e 9%, respectivamente.

Já entre os candidatos empatados no distante terceiro lugar do pleito, Ciro Gomes (PDT, 8%) Simone Tebet (MDB, 5%), os dados são algo diferentes. Votarão em nomes do PDT, que não fez coligação, 4% dos eleitores do pedetista, enquanto 13% querem nomes de outras siglas. No caso da senadora emedebista, 5% acompanham sua coligação e 21%, outras agremiações.

Nos estados, a situação se repete. Votam em candidatos da coligação do seu escolhido para governador 15% dos ouvidos, enquanto 8% preferem postulantes de outros partidos e 6%, não sabem dizer ainda.

O Datafolha ouviu 5.296 pessoas em 300 cidades, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou menos. Ele foi contratado pela Folha e pela TV Globo, sendo registrado no TSE sob o número BR-04099/2022.

Fonte: Mais Goiás

Pardal: mais de 10 mil denúncias de propaganda eleitoral irregular são registradas em menos de um mês

Denúncias cadastradas na Justiça Eleitoral são apuradas pelo MP Eleitoral

Desde o dia 16 de agosto, o aplicativo Pardal recebeu 10.870 denúncias de propaganda eleitoral irregular, vindas de todo o país. Os dados são desta segunda-feira (12). O app está apto a receber as seguintes denúncias: compra de votos; uso da máquina pública; crimes eleitorais; e propagandas irregulares. Já a apuração de todas as denúncias compete ao Ministério Público Eleitoral.

Os eleitores de Pernambuco foram os que mais fizeram denúncias, com 1.511 registros até agora, seguido por São Paulo (1.311), Minas Gerais (1.195) e Rio Grande do Sul (1.086). Por região, o Sudeste lidera, com 3.590 denúncias, seguido pelo Nordeste (3.159), Sul (2.056), Centro-Oeste (1.275) e Norte (790).

Já com relação aos cargos em disputa nestas eleições, a maior parte das denúncias envolve campanhas de deputado estadual (3.683), seguidas das de deputado federal (3.476), presidente (1.485) e governador (738).

Assista à matéria do canal do TSE no YouTube sobre o Pardal.

Criado pela Justiça Eleitoral em 2014 para receber queixas da sociedade sobre irregularidades em campanhas, o aplicativo foi atualizado e voltou a funcionar no mês passado para receber denúncias referentes às Eleições Gerais de 2022.

Orientações

No ícone “Orientações”, dentro do próprio app, o eleitor pode tirar todas as dúvidas sobre o que pode e o que não se pode fazer em propaganda eleitoral. O aplicativo encaminha a denúncia diretamente para o link do Ministério Público do estado do denunciante. Mas lembre-se: é necessário ter provas da suposta irregularidade, como fotos, áudios ou vídeos. O cidadão pode escolher realizar a denúncia de forma anônima ou não.

App gratuito

O app é gratuito e pode ser encontrado nas lojas virtuais Apple Store e Google Play, bem como em formulário web no Portal do Pardal. No site, é possível fazer o acompanhamento das denúncias, acessar estatísticas de abrangência nacional e estadual para todas as eleições, bem como obter orientações sobre o que é ou não permitido durante a campanha eleitoral.

Fonte: TSE

Novo Gama | Cursos de capacitação continuam com as inscrições abertas

As capacitações são para design de sobrancelhas, manicure, alongamento de unhas e maquiagem

As inscrições para os cursos de design de sobrancelhas, manicure, alongamento de unhas e maquiagem continuam abertas para a comunidade. As capacitações acontecem de segunda a sexta-feira, de 13h às 17h. As inscrições podem ser realizadas até o mês de novembro, no CREAS e no CRAS do Lunabel ou Pedregal.

A aluna do curso de alongamento de unhas, Elaine Batista, conta que a experiência tem sido proveitosa e uma oportunidade para aperfeiçoar as habilidades profissionais.

“Estou achando o curso ótimo! Achava que não ia dar conta e, em tão pouco tempo, evolui bastante; acho que estou me saindo muito bem. Já trabalho com cabelo e queria colocar mais alguma coisa no meu estúdio, então é um complemento para o meu trabalho. Por enquanto, já aprendemos várias técnicas. Está sendo bem proveitoso!”.

De acordo com a coordenadora do CRAS da unidade Lunabel, Zita de Jesus, os cursos profissionalizantes são uma oportunidade para aqueles que estão desempregados ou necessitam de uma renda complementar.

“Esses cursos que estão acontecendo são de grande importância para a população. É uma forma de se especializar profissionalmente e possuir a sua própria renda. Acredito que é uma oportunidade que fará a diferença, futuramente, na vida da comunidade”.

Os interessados que desejam realizar a inscrição, devem comparecer a uma das unidades com os seguintes documentos:

– Comprovante de Conclusão do Ensino Fundamental;

– Ter, no mínimo, 16 anos de idade;

– CPF;

– Carteira de identidade;

– Título de eleitor válido;

– 1 foto 3×4 colorida;

– E-mail e telefone válido para contato;

– Comprovante de endereço atualizado com CEP;

A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Novo Gama e a Secretaria Municipal de Promoção Social e Cidadania, com apoio do Centro de Referência da Assistência Social e do Departamento de Cursos.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Governo Biden prepara regras para ativos digitais e criptomoedas

Agências governamentais americanas devem dobrar fiscalização


© REUTERS/Edgar Su/Direitos reservados

Agências governamentais dos Estados Unidos devem dobrar a fiscalização sobre ativos digitais e identificar lacunas na regulamentação de criptomoedas, disse o governo Biden nesta sexta-feira (16), citando potencial de uso indevido, mesmo observando o crescente papel destas nas finanças globais.

O Departamento do Tesouro vai liderar um grupo de agências governamentais que considerará uma moeda digital do banco central, mas a Casa Branca não endossou um dólar digital.

A ação coletiva do governo, anunciada em uma série de relatórios, segue uma ordem que o presidente Joe Biden assinou este ano “para garantir o desenvolvimento responsável de ativos digitais”.

Os relatórios instam reguladores, como a Comissão de Segurança e Câmbio e a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities, a emitir orientações e regras sobre os riscos do ecossistema de ativos digitais, incluindo o potencial de criptomoedas serem usadas em lavagem de dinheiro ou fraude.

Segundo a Casa Branca, Biden poderá pedir que o Congresso altere a Lei de Sigilo Bancário (BSA) para se aplicar a provedores de serviços de ativos digitais, incluindo exchanges de criptomoedas e plataformas para tokens não fungíveis (NFTs). A BSA exige que bancos relatem transações suspeitas ao Tesouro.

Biden também vai considerar recomendações de agências para criar uma estrutura federal que supervisione provedores de pagamentos não bancários.

O Departamento de Justiça informou que está criando um coordenador de ativos digitais supervisionando 150 promotores federais para investigar e processar crimes de ativos digitais.

As criptomoedas superaram US$ 3 trilhões em valor de mercado no ano passado, mas o setor tropeçou nos últimos meses, à medida que os investidores abandonaram ativos de risco devido ao aumento das taxas de juros.

A secretária de Comércio dos Estados Unidos, Gina Raimondo, observou os riscos, acrescentando que ativos digitais bem regulamentados podem tornar os sistemas de pagamento internacionais mais competitivos e ajudar populações carentes.

Fonte: Agência Brasil

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